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DEPOIMENTO DE APROVADO - FRANCISCO ANTÔNIO NIERI MATTOSINHO - APROVADO PARA PROMOTOR DO MP-SP

Olá pessoal, bom dia. 

Hoje é dia de postarmos um depoimento super legal aqui no site. Em 2018 o Francisco Mattosinho escreveu para o blog sobre a carreira de analista do MP-SP, texto que pode ser lido aqui. Dois anos depois, volta ao site agora para contar como foi sua aprovação para promotor de Justiça do MPSP. 

O texto é muito interessante, pois o Francisco estudou e trabalhou durante toda a preparação e ainda fez mestrado.

De pronto parabenizamos o Francisco pela merecida conquista. Francisco foi meu calouro na faculdade, em Jacarezinho, e mais um nome que abrilhanta a Faculdade de Direito de Jacarezinho/PR. 

Vamos ao texto: 
Olá, meus amigos! Tudo bem? Meu nome é Francisco Antonio Nieri Mattosinho e, a convite do Eduardo, meu veterano de faculdade, estou aqui para contar um pouco da minha trajetória até a aprovação no 93º Concurso de Ingresso à Carreira do Ministério Público do Estado de São Paulo. Agradeço imensamente ao Eduardo por mais uma oportunidade de escrever nesse respeitadíssimo blog, que sempre me acompanhou ao longo da minha preparação com suas dicas e Superquartas. Depois de ter escrito sobre a carreira de Analista Jurídico do Ministério Público do Estado de São Paulo, volto para compartilhar um pouco sobre minha jornada até ser aprovado para o cargo de Promotor de Justiça Substituto do Ministério Público do Estado de São Paulo.
Vou dividir esse depoimento em seis partes: o período da graduação, o período dos primeiros concursos, o período de conciliação do Mestrado com os estudos, o período das reprovações, a jornada do 93º MPSP e uma reflexão final.
Durante a graduação – Sempre me considerei um aluno esforçado. Nem melhor, nem pior do que ninguém. Sabia quais eram meus pontos fortes e quais eram meus pontos fracos. Ao longo da graduação, tive colegas de sala que eram muito melhores do que eu em certas matérias (vide a Fran, esposa do Eduardo, que era da minha sala e era uma aluna brilhante!), enquanto em outras eu conseguia obter boas notas. Estudei na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) em Jacarezinho/PR. Uma pequena cidade, com cerca de 40 mil habitantes no norte pioneiro daquele Estado (que mora no meu coração). Apesar de ser uma pequena faculdade de Direito (70 alunos por ano), numa pequena cidade interiorana, tive ótimos professores em todas as matérias. Devo muito a todos aqueles com quem tive aula, pois foram eles que me introduziram no mundo jurídico (sou a ovelha negra da família, se é que me entendem). Ao longo da graduação, morei em Ourinhos/SP, que dista 25km de Jacarezinho/PR. Viajava de circular todas as noites para a faculdade. Sempre estudei muito. Meus pais sempre me incentivaram e, graças a Deus, puderam me ajudar com os livros, cópias e materiais necessários para cursar uma boa graduação. Tentei participar de todas as atividades possíveis ao longo da faculdade, pois enxergava nelas boas oportunidades para treinar. Escrevi artigos científicos, participei de três concursos de oratória, de júris simulados, fui monitor de Direito Civil, Processo Civil e Processo Penal, Presidente do Diretório Acadêmico e participei de uma competição sobre Direitos Humanos em Washington DC. Apesar dessas atividades, sempre tive um objetivo em mente: queria prestar concurso público! No primeiro ano, fiz estágio num escritório de advocacia durante oito meses. No segundo, trabalhava como professor de inglês e de espanhol no período da tarde. No terceiro ano, fiz estágio no Juizado Especial Federal e, no quarto ano, fiz estágio no Ministério Público Federal. Quando estava no 5º ano, tomei posse como Escrevente Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça de São Paulo. Colei grau em fevereiro de 2015 com um bom emprego, que me permitiu continuar investindo nos estudos. Mas os desafios estavam só começando...

Os primeiros concursos – Minhas primeiras provas de concurso foram ao longo da graduação. Prestei provas para ingressar no estágio na Justiça Federal e no Ministério Público Federal. Fiz também meu primeiro grande concurso: Escrevente Técnico Judiciário do TJSP em 2012. Fui aprovado, mas só fui nomeado em fevereiro de 2014. Assim que terminei a faculdade, fiz o curso anual do Damásio para carreiras jurídicas, para suprir as deficiências de algumas matérias. No mesmo ano, fui aprovado no Mestrado da UENP (falarei sobre isso no tópico seguinte). No começo de 2015, prestei outros dois grandes concursos: Técnico e Analista do TRF3. Passei e fui nomeado em ambos, mas não tomei posse. Nesse meio tempo, em junho de 2015, prestei o concurso para Analista Jurídico do Ministério Público do Estado de São Paulo e, em dezembro de 2015, fui nomeado. Percebi que estava relativamente bem preparado para concursos de nível médio e superior. Decidi, então, me arriscar nos concursos de alto nível. Eis que a realidade caiu como uma grande bomba na minha cabeça. Prestei e reprovei nas primeiras fases: Procurador do Estado do Paraná, Procurador do Estado de Mato Grosso e Juiz TJSP (2015). Pronto. Eram as reprovações que eu precisava para perceber que a forma que eu estudava não estava adequada...

A conciliação do Mestrado com os estudos – Muitas pessoas se surpreenderam e até mesmo me criticaram por ter ingressado no mestrado, sendo que meu objetivo sempre foi concursos públicos. Contudo, como tudo na vida, cursar o mestrado, naquela época, teve seus pontos positivos e negativos. Os pontos positivos foram: eu ingressei logo depois de ter colado grau (minha primeira aula do mestrado foi no dia da minha colação de grau) e não tinha o tempo de experiência jurídica constitucionalmente exigido; tive contato com muitos temas profundos de vários campos do Direito que hoje são muito cobrados em concursos; tive contato com outros mestrandos de alto nível, que se dedicavam a temas diversos e bastante profundos; todos os trabalhos escritos e a própria confecção da dissertação exigiam uma grande capacidade de redação, o que acabou me ajudando nas provas dissertativas de concursos; apresentava seminários orais mensalmente, o que me ajudou a desenvolver uma boa oratória e não ter problemas de enfrentar plateias. Os pontos negativos foram: grande parte do meu tempo eu dedicava para os estudos dos temas do mestrado, em pesquisas bibliográficas e na própria confecção da dissertação. Acredito que houve mais pontos positivos do que negativos. Mas isso se deu em razão dessas peculiaridades da minha vida. Ingressei no mestrado logo após ter terminado a graduação. Assim, levem essa informação em consideração. Sempre que me perguntam sobre esse tema, respondo da seguinte maneira: se você conseguir ingressar e terminar o mestrado antes de ter os anos de atividade jurídica, não vejo problemas em conciliar o mestrado com os estudos para concurso. Caso isso não seja possível, priorize o estudo para concursos e, posteriormente, se for sua vontade, volte para a academia, já mais maduro e com outra cabeça. Em ambas as situações, os sacrifícios e a dedicação são altíssimos. Tenha ciência de que a jornada não é fácil. Na época do mestrado, minha rotina era rigorosa. Dedicava cerca de duas horas diárias para as atividades do Mestrado, oito horas para trabalhar, e seis horas para estudar para concursos. Cursava Damásio telepresencial de manhã, trabalhava como escrevente das 11 às 19 horas e estudava à noite até meus olhos não aguentarem mais. Nesse período de mestrado, toda terça à noite, ia para a UENP e lecionava Direito Constitucional para o 1º ano da graduação e Direitos Humanos e Fundamentais para o 2º ano, como monitor do mestrado. Em junho de 2015, no meio dessa rotina, prestei a primeira fase do concurso de Analista do MPSP, avancei para a segunda fase e terminei o concurso em 4º lugar na Regional de Bauru. Em fevereiro de 2016, defendi minha dissertação e obtive o título de Mestre em Ciência Jurídica pela UENP. Meus principais campos de pesquisa foram Direito Constitucional e Direito Internacional dos Direitos Humanos. Graças ao mestrado, fui convidado a lecionar em cursos de graduação, como professor substituto, e em cursos de pós-graduação. Essas oportunidades me ajudaram, ainda mais, a fixar os conteúdos que estudava para concursos, pois lecionar para outras pessoas é uma das formas mais eficientes de se memorizar e entender as matérias que estudamos. Terminado o mestrado e já trabalhando como Analista Jurídico do MPSP, poderia me dedicar integralmente ao meu sonho: ser aprovado num concurso público de alto nível...

As reprovações – Terminado o Mestrado em dezembro de 2016, era hora de focar 100% nos concursos de alto nível. E aí, meus amigos, não tem fórmula mágica: horas de cadeira, muita lei seca, jurisprudência diária e exercícios. A parte doutrinária eu tinha lido ao longo da graduação. Tenho até hoje TODOS os livros e xerox que usei. Todos grifados e rabiscados. Usava-os somente para revisar alguns pontos específicos que são mais cobrados em provas. Precisava ler, grifar e rabiscar meu Vademecum. E foi isso que eu fiz. Meu Vade (de 2018) foi meu melhor amigo nesses últimos dois anos. Em 2017, não prestei nenhuma prova, mas comecei uma rotina intensa de estudos. Peguei os editais da Magistratura e do Ministério Público de São Paulo e separei as matérias que teria que estudar. Estudava duas ou três matérias irmãs por dia (Penal e Processo Penal; Civil e Processo Civil; ADM, Constitucional e Tributário; Difusos, Ambiental e ECA...). Nunca gostei de fazer resumos, pois achava que eles consumiam muito o meu tempo (que era bem escasso e cronometrado). Sempre li, grifei e fiz anotações pessoais nas margens e rodapés dos meus livros (coisa que aprendi observando o Eduardo quando ele estudava na biblioteca da UENP). Estudava TODOS os dias. De segunda a segunda. Mesmo quando tinha algo para fazer nos finais de semana, separava, pelo menos, quatro horas para estudar alguma coisa. Para primeira fase, focava em lei seca, jurisprudência e muitas questões. Lei seca tem que ler no Vademecum. Riscar, grifar e sublinhar. Quantas vezes forem necessárias. Acho que, até hoje, já lia CF inteira umas 50 vezes. Cada vez, riscava ou grifava com uma cor ou de uma maneira diferente. Em 2018, prestei MPMS, TJRS, MPMG e TJSP. Consegui avançar para a segunda fase nos quatro concursos. Aí veio o dilema: estudar peças para o MP ou sentenças para o TJ? No meu caso, tinha trabalhado como Escrevente durante 2 anos e, na época, já atuava como Analista do MPSP há 2 anos. Assim, optei por estudar mais sentenças do que peças para o MP (já que as fazia todos os dias no meu trabalho). Foquei no estudo das bancas e dos principais temas que poderiam ser cobrados. Usava doutrina somente para consultar pontos específicos. Não comprava livros novos que nunca tinha visto na vida. Não adiantaria nada, pois não teria tempo suficiente. A base do conhecimento eu já tinha formado ao longo da graduação e quando fiz um ano de Damásio. Só precisava revisar e revistar os temas. Resultados: MPMS – não sabemos até hoje; TJRS – reprovado nas duas sentenças; MPMG – reprovado no grupo de Difusos; TJSP – reprovado na prova dissertativa. Fiquei muito chateado com todas as reprovações. Duvidei da minha capacidade. Pensei que nunca conseguiria. Fiquei bastante desanimado. Mas, então, lançaram o edital do 93º MPSP e eu tinha três grandes amigos ao meu lado, que não me deixaram fraquejar...

A jornada do 93º MPSP – Esses três amigos entraram na minha vida nessa longa jornada dos concursos. Todos nós éramos Analistas do MPSP em cidades diferentes, mas tínhamos em comum o sonho de sermos aprovados. São eles: Paulo Spilari, Eduardo Colombo e Nelson Febraio. O Nelson já tinha sido aprovado no 92º MPSP. O Paulo e o Eduardo me acompanharam no MPMG, no TJSP e no MPSP. Paulo aguardava nomeação na Defensoria Pública do Espírito Santo. Eduardo virou Promotor de justiça no Paraná em 2019. Amigos com a mesma “vibe”, com a mesma vontade e com histórias completamente diferentes. Mas amigos de verdade! Em razão das reprovações anteriores, encarei a prova do 93º MPSP como uma luz no fim do túnel. Sentia no meu coração que aquela era minha verdadeira vocação. Já trabalhava como Analista do MPSP e pude sentir na pele o que seria atuar como Promotor de Justiça. Assim, coloquei como meta ser aprovado no MPSP. Como costuma dizer o Eduardo: “A prova te escolhe, meu amigo!”. Estudei com todas as minhas forças para a primeira fase. Dedicação integral. Prestamos a prova juntos: depois de 6 anulações, passei na primeira fase com 83 pontos. Um ponto acima da nota de corte. Começou a preparação para a segunda fase: dedicação redobrada. Fiz o cursinho do Adverum, com 9 rodadas de simulados nos mesmos moldes da prova do MPSP, conhecida por exigir muito do candidato em pouco tempo. Estudei a banca examinadora e revisei o máximo que pude, como sempre fazia. Fiz a segunda fase: sai da prova com a sensação de dever cumprido. Tinha feito o “arroz com feijão” que o Nelson tinha me orientado a fazer. “Não inventa moda, Mattos!”, ele gritava pra mim. Aguardei o resultado com bastante expectativa. Quando saiu o resultado preliminar.... meu nome NÃO estava na lista. Tinha sido reprovado. Chorei. Muito! Não sabia o que tinha acontecido. Fui consultar minha nota. Tinha reprovado por 0,05. Pois é. A nota de corte tinha sido 5,95 e eu tinha tirado 5,90. Meu mundo despencou. Não sabia o que fazer. Dois dias depois, fui a São Paulo para ter vista da minha prova e tentar entender o que tinha acontecido. Eis que, para minha grande surpresa, incredulidade e alegria, eu descubro que tinham se equivocado na soma da minha nota. Isso mesmo! Esqueceram de somar 0,3 na minha nota. Logo, eu tinha tirado 6,20 e não 5,90. Entrei com recurso e não dormi enquanto o julgamento não aconteceu. Graças a Deus, deram provimento ao meu recurso e eu estava aprovado para a fase oral! Nova preparação intensa. Tirei férias do meu trabalho e passei Natal e Ano Novo estudando. Fiz dois cursos preparatórios para a prova oral: Curso de Oratória da Rogéria Guida e Banca Simulada do Adverum. Nesse período, foquei mais ainda: estudava 14 horas por dia. Incessantemente. Dividi o dia em três horários: leitura da lei seca, leitura de pontos doutrinários, revisão da jurisprudência e treinos. Muito treino! Treinos online por Skype com muitos candidatos e com aqueles três amigos que mencionei. A pressão psicológica era grande. Mas eu me preparei da melhor maneira possível. Queria ser aprovado! Daria o melhor de mim! Chegou o dia de minha prova oral. Fui o quarto candidato daquele dia. Acredito que tenha feito uma boa prova. Respondi quase todas as perguntas. Só não me lembrei de uma resposta e não tive medo de dizer: “Não me recordo, Excelência”. A melhor metáfora que eu encontrei ao final da prova oral é: você corre a maratona, cruza a linha de chegada e... não sabe se ganhou ou se perdeu. Sai da prova oral feliz por ter feito o melhor de mim, mas tenso (muito tenso), pois não sabia o que esperar. Um mês de espera entre a minha prova oral e a divulgação do resultado. No dia da divulgação, clima de Final da Copa do Mundo. Meus pais vieram para assistir o resultado junto comigo e minha namorada. Começa a transmissão online. Depois de alguns nomes, eis que escuto o meu. Nunca tinha sentido uma emoção tão forte como essa. Cai de joelhos no chão, chorei de alegria e agradeci. Meus pais e minha namorada estavam ali comigo. Agradecemos e nos abraçamos. Finalmente, o sonho tinha se tornado realidade! Estava aprovado para o cargo de Promotor de Justiça Substituto do Ministério Público do Estado de São Paulo...

Uma reflexão final – Essa foi minha jornada, meus amigos. Com altos e baixos, alegrias e tristezas, e fortes emoções. A principal coisa que aprendi ao longo desse período de preparação: Nada é por acaso! Tudo tem um propósito de ser! Estudar e se sacrificar fazem parte e são muito necessários. Aprovar e reprovar são parte do caminho e te ajudam a amadurecer.  Mas, acima de tudo, sinta e valorize a jornada e, principalmente, aqueles que estão ao seu lado te ajudando de verdade. No meu caso, tinha minha família, minha namorada e grandes amigos, que sempre me incentivaram e me mantiveram firmes. Para aqueles que ainda estão na graduação, minha sugestão é: aproveitem para estudar e aprender o básico; aproveitem para formar a base do conhecimento de vocês; aprendam a entender como o Direito funciona; aprendam os conceitos básicos; estudem muito, pois essa é a fase que vocês poderão errar sem sofrer; pegar DP não é nada comparado a uma reprovação numa prova de concurso que você sempre desejou. Aproveitem para participar de todas as atividades que suas faculdades proporcionam. Esse é o momento de errar sem ser cobrado. Não tenham vergonha. Não se importem do que vão achar de vocês. Participem de cursos, de concursos, de júris simulados, de apresentações de trabalho, de tudo o que for possível. Cada experiência dessa será enriquecedora na trajetória de vocês. Valorizem seus bons professores e cobrem muito daqueles que não atendem às suas expectativas. Exija o melhor deles, pois eles são responsáveis pela formação jurídica básica de vocês. Para aqueles que já terminaram a graduação e estão nessa jornada dos concursos: não desistam! Vocês já pegaram uma senha e entraram na fila dos concurseiros. Basta continuarem a estudar, que o número da senha será chamada e vocês alcançarão seus objetivos. Se vocês saírem da fila, terão que pegar outro número e voltar para o final dela. Perseverem. Não importa quanto tempo demore. Insistam. Experiência e conhecimento acumulados nunca são demais. Pelo contrário, são diferenciais nessa vida dos concursos. Acreditem! Tenham fé! Lembrem-se: Nada é por acaso! Muito obrigado ao Eduardo por essa oportunidade. Um forte abraço a todos!

Eduardo, em 05/04/2020
No instagram @eduardorgoncalves 
O instagram do Francisco é @franciscomattosinho 

2 comentários:

  1. Parabéns pela aprovação mais que merecida, obrigada por compartilhar sua jornada tão inspiradora conosco e tenha certeza que vai inspirar muita gente assim como me inspirou. Ainda estou na graduação e me identifico muito contigo, principalmente pelo fato de ter imensa vontade de fazer mestrado e querer concurso (faça uma live com o Eduardo!!)

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