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LEI ESQUEMATIZADA: INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE

Olá meus amigos, bom dia! 


Vamos falar hoje de mais uma lei esquematizada, e essa despenca em provas. 


Hoje vamos falar da LEI Nº 8.560, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1992, que trata da investigação de paternidade. Atenção futuros juízes, promotores e defensores estaduais. Vamos lá: 


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1° O reconhecimento dos filhos havidos fora do casamento é irrevogável e será feito:

I - no registro de nascimento;

II - por escritura pública ou escrito particular, a ser arquivado em cartório;

III - por testamento, ainda que incidentalmente manifestado;

IV - por manifestação expressa e direta perante o juiz, ainda que o reconhecimento não haja sido o objeto único e principal do ato que o contém.


Art. 2° Em registro de nascimento de menor apenas com a maternidade estabelecida, o oficial remeterá ao juiz certidão integral do registro e o nome e prenome, profissão, identidade e residência do suposto pai, a fim de ser averiguada oficiosamente a procedência da alegação.

Saber o que se entende por averiguação oficiosa - tema de prova oral

§ 1° O juiz, sempre que possível, ouvirá a mãe sobre a paternidade alegada e mandará, em qualquer caso, notificar o suposto pai, independente de seu estado civil, para que se manifeste sobre a paternidade que lhe é atribuída.

§ 2° O juiz, quando entender necessário, determinará que a diligência seja realizada em segredo de justiça.

§ 3° No caso do suposto pai confirmar expressamente a paternidade, será lavrado termo de reconhecimento e remetida certidão ao oficial do registro, para a devida averbação.

§ 4° Se o suposto pai não atender no prazo de trinta dias, a notificação judicial, ou negar a alegada paternidade, o juiz remeterá os autos ao representante do Ministério Público para que intente, havendo elementos suficientes, a ação de investigação de paternidade.

Legitimidade do MP para propor a ação de investigação de paternidade caso a averiguação oficiosa não traga resultados. Trata-se de legitimidade concorrente com outro interessado (Ex: mão, filho, podem estar representados pela DPE, por exemplo). 

§ 5o  Nas hipóteses previstas no § 4o deste artigo, é dispensável o ajuizamento de ação de investigação de paternidade pelo Ministério Público se, após o não comparecimento ou a recusa do suposto pai em assumir a paternidade a ele atribuída, a criança for encaminhada para adoção.  

Em caso de adoção, não se ajuiza ação de investigação de paternidade, pois desnecessário. 

§ 6o  A iniciativa conferida ao Ministério Público não impede a quem tenha legítimo interesse de intentar investigação, visando a obter o pretendido reconhecimento da paternidade.

TEMA CAMPEÃO DE COBRANÇA - GUARDA UNILATERAL X COMPARTILHADA

Olá olá pessoal da DPE/GO e BA, bem como MPMG/DFT e TJGO. 


Tema que vai estar na prova de vocês: GUARDA. Tema de grande incidência, certo?


Pois bem, a guarda pode ser UNILATERAL ou COMPARTILHADA


A guarda unilateral é atribuída apenas a um dos genitores ou a quem o substitua, ficando o detentor da guarda com a responsabilidade exclusiva de decidir sobre os interesses da criança, restando ao outro genitor apenas o direito de fiscalização sobre como a guarda tem sido exercida. 


Por outro lado, a guarda compartilhada é atribuída a ambos os pais ou ambos os responsáveis pela criança, que possuem responsabilidade conjunta pelas decisões de seu interesse. 


Vamos, agora, trazer os artigos do Código Civil grifados para vocês: 

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