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Bibliografias testadas e recomendadas por candidatos aprovados nos concursos mais difíceis do país!!!

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COM EDITORES QUE, DE FATO, INDICAM TEMAS PONTUAIS

Sabemos como te orientar adequadamente, pois já estivemos no seu lugar. Nossas postagens são escolhidas para ajudar na sua aprovação.

DICAS PONTUAIS PARA OTIMIZAR SUA APROVAÇÃO

Dicas e mais dicas, tudo com um único objetivo: ajudar, ainda que minimamente, na sua aprovação.

OS TEMAS MAIS IMPORTANTES PARA SEGUNDAS FASES

Na Superquarta tratamos de temas relevantes para segunda fases, elém de ser um treinamento gratuito para essa prova. Participem.

EU PASSEI: DEPOIMENTO DE APROVADOS NOS CONCURSOS MAIS DIFÍCEIS DO PAÍS

Foi aprovado? Mande-nos seu depoimento. Será um prazer compartilhar e assim ajudar muitos concurseiros

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OPORTUNIDADE ÚNICA - ÚLTIMO CURSO DE 2019

CURSO PRESENCIAL (WORKSHOP) - PASSO A PASSO DA APROVAÇÃO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

Olá meus amigos,  Faremos um WORKSHOP  em SÃO PAULO , dia 30/11/2019 , com o tema PASSO A PASSO para a aprovação em concursos do MINIS...

LIVRO GRATUITO - MANUAL DO CONCURSEIRO

Olá meus amigos, bom diaaa!


São 43 páginas onde sano as principais dúvidas de vocês, concurseiros, evitando que erros graves aconteçam e que demorem a ser aprovados. 

Tratamos dos 5 pilares da aprovação: DOUTRINA, LEI SECA, JURISPRUDÊNCIA, QUESTÕES E TEMPO. Além disso falamos de revisões, provas, faculdade etc. Muitos temas de interesse de 99% dos concurseiros. 

O livro é gratuito e foi feito para circular livremente na internet (INSTAGRAM, WHATSAPP, TELEGRAM etc), então compartilhem com quem quiserem. 

RESUMO DE PRINCÍPIOS DO PROCESSO PENAL - PARTE 01


Olá amigos, bom dia...

Hoje vou trazer para vocês um resuminho sobre princípios do processo penal. Serão duas postagens sobre o tema, certo? Começamos hoje. 

Lembrem que entender os princípios de uma disciplina vai ajudar a entender a própria disciplina, ajudando a acertar questões de todo o conteúdo programático dela. 

Aos princípios: 
1- Princípio do devido processo legal (art. 5°, LIV, CRFB/88): 
a) procedimental ou formal: a pretensão punitiva deve perfazer-se dentro de um procedimento regular, perante autoridade competente, tendo como alicerce provas validamente colhidas, respeitando-se o princípio do contraditório e da ampla defesa; 
b) material: obediência à razoabilidade (STF, HC nº 45.232), se divide em duas vertentes: 
I) negativa (proibição do excesso): essa restrição é adequada a alcançar o fim desejado (adequação)? A restrição é menos gravosa (necessidade)?; o valor protegido é mais importante que o restringido (proporcionalidade em sentido estrito?; e 
II) positiva (dever de proteção ou “proibição de proteção insuficiência – STF: RE nº 418.376 e ADI 3112): a Constituição prevê, como forma de proteger os cidadãos, alguns mandados de criminalização; o Estado não é mais inimigo, mas antropologicamente um amigo. O Direito Penal é locus propício de proteção aos Direitos Fundamentais. Conferir STF, HC nº 104.410/RS, (descriminalização do crime de porte de arma desmuniciada x Princípio da proibição de proteção insuficiente).

INFORMATIVOS - DIZER O DIREITO - VERSÃO COMPLETA OU VERSÃO RESUMIDA + QUANTO TEMPO RETROAGIR NA LEITURA

Bom dia de domingo meus queridos.  

Como andam os estudos? Espero que bem...

Sabem que informativos estudamos pelo Dizer o Direito, certo? 

Não, nunca, jamais leiam direto do site do STF/STJ (se tem alguém que faz o trabalho difícil para vocês, por qual motivo vocês perderão o tempo de vocês lendo direto do site?). E mais, o trabalho do DIZER O DIREITO é espetacular, então podem confiar. 

Mas vamos a dúvida: ler a versão resumida ou a versão completa?

O que acham? 

DOUTRINA CAPA A CAPA. VALE À PENA?


Doutrina capa a capa. Vale à pena? Já se fez essa pergunta?

Olá, gente! Essa é uma pergunta que sempre recebo dos alunos/seguidores. Todos têm essa preocupação e eu gostaria de conversar com vocês sobre isso a partir das minhas experiências. Repito, trata-se de uma opinião.

Vamos juntos!

Você com certeza ouvirá pessoas que passaram em concurso dizerem: “Estudei todas as matérias por doutrina, lia os livros capa a capa, e passei. Da mesma forma, ouvirá dizerem: “Doutrina capa a capa é perda de tempo. Eu nunca li e passei”.

Pois bem, cada um encontra um método diferente de estudos e, com esse método, alcança seu objetivo. Aqueles dois exemplos não estão errados e uma forma de estudo não anula a outra.

Todavia, estamos falando em estratégia de estudo, buscando um maior/melhor rendimento em curto espaço de tempo. Com essa visão, eu posso dizer para vocês que, você não precisa estudar doutrina capa a capa de todas as matérias do concurso. E muitos livros da bibliografia servirão como um apoio para consultas em assuntos mais complexos.

Eu li vários livros capa a capa no começo da preparação até perceber que em algumas disciplinas e temas eu estava perdendo tempo. Eu percebi que algumas matérias eram cobradas de forma mais doutrinária e outras não. E dentro dessas disciplinas, alguns temas eram mais doutrinários e outros não. Aos poucos, depois de muitas “lapadas”, eu mesmo consegui “pinçar” os assuntos que eu deveria ler nos livros. Outros, eu não lia (bastava a lei) ou lia apenas sinopses.

Você deve ter entendido e agora deve estar se perguntando: “Finalmente, que livros eu devo ler capa/capa?”

Eu não posso responder esta sua pergunta de forma responsável sendo genérico. É porque a resposta depende principalmente do concurso que você deseja. Dependendo do cargo almejado, as orientações sobre isso serão diferentes.

Por exemplo: se o seu concurso é a PFN, você deve ler seu livro de Tributário capa a capa, inclusive mais de uma vez se puder. Se é o MPE, não! Em raciocínio inverso, se você deseja o MPE, vai ter que saber bastante a Parte Geral do CPB, lendo e relendo sua doutrina. Já para a Advocacia Pública, não.

Portanto, para concluir, se você estuda lendo doutrina capa a capa, sob o ponto de vista estratégico da aprovação em concurso, está desperdiçando tempo. Busque opiniões de pessoas que foram aprovadas para encontrar a resposta ou mesmo analisando um conjunto de provas anteriores.

Um abraço e bons estudos!!!

Gus, em 14/09
No instagram: @holandadiaskershaw




PEÇA PROCESSUAL PARA SEGUNDA FASE DE MP - MEMORAIS

Olá amigos, bom dia.

Lenize Lunardi quem edita o site hoje. 

Dando continuidade ao texto sobre peças processuais para MP, hoje falaremos de MEMORIAIS

Antes disso, lembro que já falamos de DENÚNCIA e INICIAL EM ACP

E aqui estão minhas dicas: 

1) Leitura atenta: vai fazendo anotações ao lado da questão, no rascunho, sobre pontos que não pode esquecer; 

2) Competência; 

3) Anote os dispositivos legais referentes a eventuais preliminares e ao mérito, na medida em que vai lendo os dados fornecidos pela questão. Após a leitura, analise juridicamente, quais artigos realmente encaixam-se no caso. 

EDITAL RETA FINAL PARA O TJ/RJ JÁ NO MEU ESQUEMATIZADO

Vejamos o material: 
Dando continuidade a elaboração de nossos ESQUEMATIZADOS, apresentamos aos concursandos o EDITAL ESQUEMATIZADO E SUPERDETALHADO para a RETA FINAL do concurso de JUIZ DE DIREITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (48 CONCURSO, PODENDO SER UTILIZADO TAMBÉM PARA ESTUDO PARA O 49 CONCURSO - A LONGO PRAZO). O material (e-book) foi elaborado seguindo os mesmo parâmetros de nossos editais anteriores (e que tanto sucesso estão fazendo, CLIQUE AQUI E CONFIRA ALGUNS DEPOIMENTOS), e nele ESQUEMATIZAMOS, traçando as devidas estretégias, as seguintes disciplinas: 

NOVO PRINCÍPIO PREVISTO EXPRESSAMENTE NO CÓDIGO CIVIL - CUIDADO

Olá amigos, bom diaaaa! 

Hoje vamos falar de um tema muito legal, princípios contratuais (e esse tema é muito recorrente em provas, certo?).  

A MP 881/2019, conhecida como MP da liberdade econômica, introduziu um novo princípio contratual expresso no CC/2002, o senhor sabe qual é? 

Imaginem isso em sua prova oral. Quem não está atento as inovações legislativas teria dúvidas. 

Pois bem, o novo princípio é o da intervenção mínima do Estado nas relações contratuais privadas

RESPOSTA DA SUPERQUARTA 35/2019 (DIREITO CONSTITUCIONAL) E QUESTÃO DA SUPER 36/2019 (DIREITO CIVIL)

Olá amigos, bom dia!

Eduardo quem escreve, com a nossa SUPER 35 E 36. 

A questão da semana passada foi a seguinte: 
QUESTÃO 35, DIREITO CONSTITUCIONAL, QUE CAIU NA PGE-RJ- TRATE, EM ATÉ 20 LINHAS, SOBRE O CABIMENTO DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM SEDE DE CONTROLE CONCENTRADO DE CONSTITUCIONALIDADE ESTADUAL. 
20 linhas, times 12, sem consulta alguma - respostas nos comentários até quarta que vem. 

Reitero: observar o limite de linha é fundamental. Treinem conforme as regras, OK? 

Aos escolhidos: 

PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS HERMENÊUTICOS DE KONRAD HESSE



A obra de Konrad Hesse teve papel relevante na superação do modelo de Constituição como documento essencialmente político, predominante na Europa até meados do século XX. A Constituição, para Hesse, deve ser compreendida como a ordem jurídica fundamental de uma sociedade, que se estrutura a partir de certos princípios fundamentais.
Para o autor, ao contrário da tese defendida por Ferdinand Lassalle (concepção sociológica de Constituição – lembram dela?), nem sempre os “fatores reais de poder” prevalecem sobre a Constituição normativa. A Constituição “real” e a Constituição “jurídica” possuem uma relação de coordenação, condicionando-se mutuamente.
A Constituição, portanto, não configura mera “expressão do ser”, mas também do dever-ser e, muito além de simples reflexo das condições fáticas de sua vigência, possui força normativa capaz de imprimir ordem e conformação à realidade política e social.[1] O reconhecimento definitivo da força normativa das constituições é uma das principais conquistas do constitucionalismo contemporâneo.
Mas a realização e efetividade da Constituição, sublinha Hesse, depende de sua capacidade de atuar e operar na vida política, das circunstancias históricas e, com especial destaque, da vontade de Constituição.[2] Afinal, a Constituição só se transforma em força ativa se existir a disposição de orientar a própria conduta segundo a ordem nela estabelecida.

CABE INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA NO PAD?

Olá amigos, bom dia. 

Vamos com um jogo rapidinho aqui e que SEMPRE cai em provas. 

Vejam essa questão CESPE: 
Informações obtidas em interceptação de comunicações telefônicas, judicialmente autorizadas em investigação criminal não poderão ser usadas em procedimento administrativo disciplinar.


Agora essa da ESAF:
 Os dados obtidos em interceptação de comunicações telefônicas, judicialmente autorizadas para produção de prova em investigação criminal ou em instrução processual penal, não podem ser usados em procedimento administrativo disciplinar instaurado contra a mesma pessoa investigada, haja vista que prevalece no texto constitucional o regime da independência das instâncias.

ESTUDO REVERSO - RAFAEL BRAVO


Olá pessoal!

Como andam os estudos?

Hoje gostaria de trabalhar com vocês sobre metodologia de estudos! Esse tema é importante e sempre que tenho algumas ideias novas, insights que talvez os alunos não tenham pensado, trago aqui para vocês para irmos revisitando esse tema, até porque estudar para concursos é muito subjetivo. Nem sempre uma ferramenta indicada nas minhas postagens irá gerar bons resultados para você, enquanto que outras dicas podem auxiliar e muito no caminho para sua aprovação.

Portanto, vamos tratar sobre estudo reverso!! Já ouviu falar?
O estudo reverso pode ser feito de algumas formas, mas o principal sobre esse conceito é que iremos estudar através das questões que são cobradas em concurso!

Como seria isso Rafael?
Muitos candidatos se preocupam, na sua preparação para concursos, em estudar lendo livros densos de doutrina, com mais de 2 mil páginas, ler todas as leis possíveis e imagináveis, tentar decorar artigos e súmulas e etc.

ANALISTA X TÉCNICO DO TRF3. EM QUAL FOCAR?


Olá amigos, bom diaaa! 

E saiu o esperado edital do TRF3. 

Saindo o edital, comecei a receber as dúvidas: ESTUDAR PARA ANALISTA OU TÉCNICO? 

A primeira dica que eu dou: se você é formado em direito, faça ambas as provas, pois uma será no turno da manhã e outra será no turno da tarde. Então dá sim para conciliar as duas provas, e não acho que você será prejudicado se fizer as duas! 

Essas duas provas são a casadinha perfeita para quem é do direito, vejamos o quadro comparativo das matérias cobradas: 

CURSO – PROVA DE ESTUDO DE CASO - TRF3


Olá meus amigos, é com muito prazer que lançamos nosso curso para a prova de estudo de caso do concurso de ANALISTA JUDICIÁRIO - ÁREA JUDICIÁRIA DO TRF3

1. FORMATO DO CURSO
O curso será composto pela resolução de 4 (quatro) estudos de caso (um caso por semana), elaborados pelo professor Eduardo Gonçalves com tema escolhido dentre as apostas do professor nas matérias do conhecimento específico do edital recém publicado do TRF3. 
As correções serão INDIVIDUAIS, MINUCIOSAS e feitas pelo melhor time de professores (procuradores da República, promotores de Justiça e advogados da União). 
HAYSSA MEDEIROS (professora) - procuradora da República.
NATHALIA MARIEL (professora) - procuradora da República. 
GUSTAVO HOLANDA, Promotor de Justiça do MPPE. 
JULIO MIRANDA, Promotor de Justiça. 

As rodadas de questões ocorrerão da seguinte forma e nas seguintes datas:

POR QUE HÁBITOS DE ESTUDOS?

Oi gente, bom diaaaa!

Para quem não conhece o blog do MEU ORGANIZADOsegue o link.

Hoje a postagem é do MEU ORGANIZADO, vamos a ela:

Nós já falamos sobre o estudo voltado ao conteúdo programático do edital (avançar no edital). Agora vamos falar sobre as atividades classificadas no programa como HÁBITOS DE ESTUDO (avançar nos estudos).
Em um determinado momento, durante o desenvolvimento do software, nos deparamos com a necessidade de criar uma estrutura que abrangesse, entre outras atividades, “questões”, “revisão” e “leitura da lei seca”.
A opção mais óbvia era tratar essas atividades como um “tipo de estudo”, ou seja, durante o estudo do assunto “Ato Administrativo”, p.ex., o tipo de estudo seria “revisão” “questões”, etc.
Ocorre que lendo muitos, muitos, mas muitos comentários de candidatos em artigos que tratavam sobre revisão, questões, etc., verificamos que a maior dúvida residia justamente entre conciliar o tempo dedicado a ver tópicos novos do edital do tempo dedicado a fazer essas atividades.

RESPOSTA DA SUPERQUARTA 34 (DIREITO PENAL) E QUESTÃO DA SUPER 35 (CONSTITUICIONAL - CAIU NA RESIDÊNCIA JURÍDICA DA PGE-RJ)

Oi amigos, bom dia a todos. 

Eduardo quem escreve com a NOSSA SUPERQUARTA. 

A questão 34 foi a seguinte: SUPER 34- É POSSÍVEL COAUTORIA E PARTICIPAÇÃO EM CRIMES DE MÃO PRÓPRIA? EXEMPLIFIQUE. 20 linhas, times 12, com consulta somente a lei seca.

Nesse tipo de questão, quando perguntam se cabe algo em alguma coisa, vocês devem começar conceituando uma das coisas perguntadas. Ex: aqui vocês poderiam começar conceituando crimes de mão própria, usando a expressão como se sabe. "Como se sabe, crimes de mão própria são aqueles em que ...". Outra forma de introduzir é conceituando crimes comuns, próprios e de mão própria. 

Apenas cuidado com o limite de linhas. Melhor responder sem conceituar do que conceituar sem responder, certo? 

PEÇA PROCESSUAL PARA A SEGUNDA FASE DE MP - DENÚNCIA

OI gente, como estão. 

Dando continuidade ao conjunto de textos sobre o passo a passo para fazer uma boa peça para segunda fase de MP, hoje vamos falar da peça mais importante: A DENÚNCIA (já falamos aqui de inicial de ACP, clique se você ainda nã viu). 

Vamos as dicas para uma boa exordial acusatória: 
1) Leia o art. 41 do CPP; 

2) Leitura atenta do enunciado da questão, vai fazendo anotações ao lado, no rascunho, sobre pontos que não pode esquecer; 

3) Competência: verifique a quem será direcionada a peça acusatória; 

PRAZO PARA A DEFENSORIA E PARA O MP NO PROCESSO PENAL

Olá amigos do site, bom diaaaa!

Todos sabemos que a DEFENSORIA e o MP possuem prazo em dobro no processo civil, lembram o que diz o CPC? 

Vejam: 
Art. 180. O Ministério Público gozará de prazo em dobro para manifestar-se nos autos, que terá início a partir de sua intimação pessoal, nos termos do art. 183, § 1º .

Art. 186. A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais.

Então no processo civil sejam firmes: DEFENSORIA e MP possuem prazo em dobro para todas as sua manifestações, salvo quando a lei estabelecer, de forma expressa, prazo próprio para essas instituições. 

A IMPORTÂNCIA DE FRACASSAR NOS CONCURSOS - RAFAEL BRAVO


Olá pessoal!

Bom domingo para todos e que a semana renda bastante nos estudos para que vocês possam alcançar em breve a aprovação que desejam!

Aqui é Rafael Bravo, editor do site do Edu, professor e orientador de estudos para concursos!

Todos os anos muitos novos candidatos surgem, se lançando na vida concurseira, buscando iniciar seus estudos, procurando meios de como se preparar melhor, de forma eficaz, para alcançar a aprovação o mais rápido possível, até porque ninguém tem vocação para ser concurseiro sem grana durante muito tempo! Rsrs

Acredito que esse texto é direcionando principalmente para você que inicia os estudos para concurso mas que também poderá ajudar outros concurseiros mais experientes e que se encontram estagnados na pontuação ou que sentem o cansaço e a incerteza dos concursos!

Não se iluda meus caros, vocês irão fracassar! São raríssimos os casos de candidatos que são aprovados no 1º concurso que tentaram e, geralmente, quando isso acontece, é porque estudaram ao longo de toda a faculdade, fazendo cursinhos, elaborando e revisando seus materiais com dedicação e foco para, ao final da faculdade, se encontrarem num patamar bem avançado para os concursos! Quem fez isso, ótimo! Mas nunca é tarde para começar a estudar e buscar uma vida melhor, uma carreira estável e um trabalho gratificante, onde você veja o seu propósito!

CURSO PRESENCIAL (WORKSHOP) - PASSO A PASSO DA APROVAÇÃO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

Olá meus amigos, 

Faremos um WORKSHOP em SÃO PAULO, dia 30/11/2019, com o tema PASSO A PASSO para a aprovação em concursos do MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL (estratégia para MPE em Geral). 

Falaremos da carreira, fatores a ponderar quando da escolha, como escolher o Estado ideal para provas, mas principalmente sobre método e estratégia de estudos.

Vamos conversar sobre os conteúdos obrigatórios, como priorizar e ponderar cada disciplina, como conciliar o estudo da lei, doutrina e jurisprudência.

Trataremos de todas as etapas do concurso, prova objetiva, discursiva e oral, bem como  a melhor forma de se preparar para cada uma dessas etapas. 

Abordaremos a questão da conciliação do estudo do MPE com outras carreiras, dentre outros temas.  

SORTEIO ATIVO NO INSTAGRAM @EDUARDORGONCALVES

Oi amigos, boa tarde. 

Passando para avisar que temos sorteio ativo no @eduardorgoncalves - INSTAGRAM. 

Participem do nosso sorteio comemorativo a 11 milhões de acessos aqui no Blog. 

Obrigado pelo prestígio gente :) 

OBS- podem participar até a próxima quarta-feira. 

ATIVIDADE EXTRAJUDICIAL DO MP: RESOLUÇÕES DO CNMP!


Bom dia, gente!

O post de hoje é especialmente destinado para quem se dedica aos concursos das carreiras de Ministério Público.

 Trago um resumo das principais Resoluções do Conselho Nacional do Ministério Público que disciplinam a atuação extrajudicial do Ministério Público.

Se o MP é o seu foco, não deixe de ler o conteúdo integral das Resoluções!

Vamos lá?

ESTÁGIO CONTA ATIVIDADE JURÍDICA PARA A MAGISTRATURA OU MP?

Olá gente, bom dia a todos.

Todo começo de ano recebo a mesma pergunta: ESTÁGIO CONTA COMO ATIVIDADE JURÍDICA PARA OS CONCURSOS DA MAGISTRATURA E DO MINISTÉRIO PÚBLICO? 

Pois bem, a resposta é peremptória: ESTÁGIOS DE GRADUAÇÃO, QUALQUER QUE SEJA ELE, NÃO CONTA PARA FINS DE ATIVIDADE JURÍDICA!

Vejamos o que diz a resolução do CNMP (idêntica a do CNJ):
Art. 1º Considera-se atividade jurídica, desempenhada exclusivamente após a conclusão do curso de bacharelado em Direito:

AFINAL O QUE É A NORMA FUNDAMENTAL HIPOTÉTICA?


Afinal, o que é a norma fundamental hipotética?

Trata-se, inegavelmente, de conceito (apenas) memorizado pela enorme maioria dos candidatos, mas pouquíssimo compreendido. O “decoreba” pode até ser suficiente para resolver questões objetivas envolvendo o tema, mas e se você for instado a dissertar acerca de em provas discursivas ou arguido sobre em provas orais? Vale lembrar que “humanística” vem sendo cobrada com grande profundidade e cada vez mais em um maior número de certames jurídicos.
A culpa não é sua de, eventualmente, não ser hábil a “dissertar sobre”. A maioria dos manuais, mesmo aqueles mais qualificados, é insuficiente para tanto. Somente enfrentam superficialmente o conceito quando apresentam o “sentido jurídico de Constituição”. Pedro Lenza[1], por exemplo, afirma que “A concepção de Kelsen toma a palavra Constituição em dois sentidos: no lógico-jurídico e no jurídico-positivo. De acordo com o primeiro, Constituição significa norma fundamental hipotética, cuja função é servir de fundamento lógico transcendental da validade da Constituição jurídico-positiva, que equivale à norma positiva suprema”.

RESPOSTA DA SUPERQUERTA 33/2019 (DIREITO CONSTITUCIONAL/EDUCAÇÃO) E QUESTÃO A SUPER 34/2019 (DIREITO PENAL)

Oi amigos, bom dia.

Eduardo quem escreve. Ontem estive ausente do blog, mas foi pelo melhor motivo do mundo. Cecília, minha primeira filha, nasceu! Uma alegria imensa e a verdadeira felicidade. Mas hoje já estamos aqui para a nossa SUPERQUARTA. 

A questão passada foi a seguinte: 

SUPER 33 (DIREITO CONSTITUCIONAL/HUMANOS). Comente, em até 30 linhas, a seguinte assertiva: “Não existe direito público subjetivo do aluno ou de sua família ao ensino domiciliar, inexistente na legislação brasileira”.


A questão aborda um grande julgamento do STF, julgamento recente. E se é um grande julgamento, vocês precisam saber os fundamentos, ok? 

Hoje dei a vocês 30 linhas, então é dissertação mesmo, é gastar a caneta, ok? 

Vamos aos escolhidos: 

O MEU ORGANIZADO NA VISÃO DOS ALUNOS - EXPLICANDO O APP

Oi gente, bom dia. 


Vou compartilhar com vocês o texto da @rolandonaposse com vocês, eis:

Eu não sei como foi com vocês, mas quando comecei a estudar para concurso público, eu não sabia que precisava de um plano de estudos – e, por consequência, eu não tinha um. Imprimia o edital tal como ele era disponibilizado pela banca organizadora e ia lendo (não dava pra dizer que aquilo era estudar) os tópicos na ordem em que eles estavam dispostos. Minha única preocupação era grifar todo aquele papel com um marca-texto. O problema disso é que eu não tinha como avaliar o meu desempenho, identificar as minhas deficiências e evoluir a partir disso, porque o único elemento que eu dispunha era o andamento de conteúdos vistos do edital.

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