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CURSINHOS: A MAIOR DÚVIDA DOS CONCURSEIROS. COMO ESCOLHER O IDEAL?

Olá meus amigos, bom dia de domingo. 

Hoje vou tratar com vocês de um tema muito pedido e muito difícil de responder, qual seja, CURSINHOS, qual escolher, como fugir de furadas etc. 

Inicialmente destaco: MUITOS DOS CURSINHOS QUE OS SENHORES ACOMPANHAM PELA INTERNET SÃO FURADA. MUITOS DIVULGAM ÍNDICES DE APROVAÇÃO FALSOS E NA MÁ-FÉ. 

DIZEM QUE 90% DOS APROVADOS ESTUDOU NO CURSINHO X, COMO SE TIVESSE SIDO ALUNOS REGULARES DAQUELE CURSO. MAS ESQUECEM DE FALAR QUE A PESSOA NÃO FEZ UM INTENSIVO, FEZ APENAS TREINO DE PROVA ORAL OU DE SENTENÇA, POR EXEMPLO! ASSIM É FÁCIL TRABALHAR COM NÚMERO E INFLAR O ÍNDICE DE APROVAÇÃO. 

Destaco que essa postagem se dedica a indicar cursos da área fim, ou seja, MP, MAGISTRATURA, DPU/DPE e PGE etc. 
A PRIMEIRA DICA de ouro: O MELHOR CURSO É SEMPRE UM INTENSIVO DE 01 ANO.

Nesse sentido, todo e qualquer curso de 02 meses, 06 meses etc é incompleto, de forma que os senhores não terão um bom material de apoio com esses cursos. Jamais conseguirão fazer da apostila sua fonte segura de estudos. Com menos de 01 ano, sua apostila está incompleta. 

Idem para cursos de sábado e domingo, mesmo que anuais. 

Escolham cursos com carga horária elevada, anual, regular (segunda a sexta) e anual. OK? 

A SEGUNDA DICA: para formar a base de estudos, JAMAIS FAÇAM CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PARA ESTUDO REGULAR. Como disse acima, seu primeiro curso deve ser um intensivo anual. Não compre curso de resoluções de questão antes de ter uma base doutrinária adequada. 

Curso de resolução de questões eu indico apenas como reta final, ou seja, após a publicação do edital. 

A TERCEIRA DICA - FAÇA APENAS CURSINHO REGULAR UMA VEZ, FAZENDO BOAS ANOTAÇÕES. 
Meus amigos, curso intensivo é ótimo, desde que feito uma vez só. Façam uma vez, anotem tudo tudo mesmo, façam uma boa apostila. Repetir a dose, é perda de tempo. 
Faça uma apostila que te permita constante revisões. Aí vocês estarão aproveitando bem o curso. 
Exceção- pessoas que tem memória auditiva e aprendem melhor com aula. Vocês, por essa peculiaridade, podem repetir o intensivo. 

A QUARTA DICA- FAÇAM UM INTENSIVO REGULAR DAS MATÉRIAS BÁSICAS, APÓS COMPLEMENTE COM ISOLADAS DE MATÉRIAS ESTADUAIS OU FEDERAIS, CONFORME O CONCURSO VISADO. 

Primeiro, se dedique a formar sua base jurídica (especialmente com constitucional, administrativo, civil e processo civil), após se dedique a área específica estadual ou federal. 

Eu fiz um curso regular, feito isso fiz isoladas das matérias federais (direitos humanos, direito internacional, direito eleitoral), e penso seja essa a melhor estratégia.

A QUINTA DICA- FUJAM DE EMPRESAS PEQUENAS. Em tema de cursinhos, penso que o monopólio é legítimo, LFG, CERS e DAMÁSIO dominam e são a escolha sem risco. 

A SEXTA DICA- VEJAM O ROL DE PROFESSORES, DE FORMA QUE HAVENDO MUITOS RECÉM-APROVADOS, VOCÊS TAMBÉM DEVEM FICAR DESCONFIADOS
Amigos, fui concurseiro por anos e lhes garanto. O Recém aprovado é mais ou menos em tudo, mas não é especialista em nada. Somos bom um pouco em cada coisa, mas especialista mesmo em praticamente nada.

A maioria dos professores de cursinhos renomados não passariam hoje no concurso em que os recém-aprovados passaram, mas sabem muito mais de uma matéria específica do que esse recém-aprovado. 

Vou lhes dar um exemplo: na atual realidade, vocês acham que a Prof. Fernanda Marinela teria um desempenho geral em provas melhor do que o meu? R- tenho certeza que não. Masssss vocês acham mesmo que eu sei 1/3 do que ela sabe de direito administrativo (e tenho 1/3 da didática dela)? R- obviamente que não (e um não bem grande). 

Assim, o recém-aprovado tem uma visão geral de tudo, mas não é especialista na matéria que vai ministrar nesses cursos menores! #DicaDeOuro

Cursinhos com muitos professores recém-aprovados NÃO É UMA BOA! 

MAS EDUARDO, QUAL SUA INDICAÇÃO? R= Sem dúvida alguma minha ordem é LFG, CERS e DAMÁSIO. 
Como quarta força (e aqui um específico para o MPF) indico o curso ÊNFASE. Aqui indico o ÊNFASE pelo fato de o concurso do MPF ser muito específico, e esse curso foi o que melhor se adaptou a essa realidade de especificidade do MPF. 

ÚLTIMA DICA? R= JAMAIS FAÇAM UM CURSO PELA PROPAGANDA. Pesquise, busque indicações, veja o quadro de professores e não compre no impulso. Não caia na tentação da promoção! O mais barato, pode ser uma fria e vai sair caro! 

Faça uma escolha sem risco!

Bons estudos a todos. 

Eduardo, em 26/03/2017

Eduardo, em 15/08/2014



No Instagram: @eduardorgoncalves

34 comentários:

  1. Eduardo, tenho muita admiração pela sua sinceridade e humildade. Pelas suas postagens,vejo o quanto é merecedor de suas conquistas.

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  2. A grande premissa não encarada e tida como verdade pelo texto é a da necessidade de se fazer, de fato, cursinho para passar em concurso.

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    1. Ele só respondeu uma pergunta frequente, em nenhum momento do texto foi falado implícita ou explicitamente que só passava quem fazia cursinho. #Paz

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  3. Muito obrigada por esclarecer isso tudo! Obrigada mesmo!

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  4. Eduardo, pra procuradorias, vc indica o Ebeji?

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  5. O que pensa sobre o CP Iuris?

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  6. Edu, o que você acha dos cursos para Procuradoria/AGU do Ênfase? É o melhor ou você indica outro?

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  7. Prezado Eduardo, você acrescentaria o curso da EBEJI para AGU como recomendável, ou continua só com os 4 citados mesmo?

    Obrigado!

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  8. Obrigada por compartilhar tão valiosas informações. Mas e o que você acha desses cursos tipo "coachings". Vale a pena? Se aplicam as mesmas dicas acima?

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  9. Só discordo quanto aos cursos, pois temos cursos excelentes no Rio, como o Curso Fórum, e para o MPF o Curso Alcance, que na minha humilde opinião é muito mais direcionado do que o Ênfase para o MPF, pois o Ênfase prioriza muito a Magistratura Federal.

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  10. Realmente, Edu! De nada adianta fazer um cursinho ( que na maioria das vezes é caríssimo, como o ênfase) sem ter o mínimo de conhecimento jurídico, uma vez que as matérias possuem um teor bem mais aprofundado Você fica perdido, sem rumo, sabe nem por onde começar. Este ano não vou renovar meu plano, ficarei só no edital esquematizado, que é muito melhor do que muitos cursos por aí.

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  11. Grande Eduardo!

    Enfase é muito bom mesmo o curso completo MPF e juiz federal! Mistura professores que recem passaram no concurso com outros mais antigos com uma didática excepcional! Ex: Valter Schuenquener (excelente), Rodolfo Hartmann, João Mendes etc.. e o melhor de tudo! Disponibiliza resumos de cada aula, feito por monitores, os quais cada aluno pode acrescentar as informações que julgar mais importantes! Claro que nem todos os professores são excepcionais e os resumos às vezes deixam a desejar, mas achei uma bela opção! Além disso, o reta final do CEI tb ajuda demais pós edital!! Grande abraço!

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  12. Adorei as dicas, mas observei que boa parte dos mais renomados professores saíram do (LFG, Damásio e CERS) e foram para o G7 jurídico, que embora novo possui um corpo docente de professores muito bem qualificados

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  13. Verdade Eduardo. concordo plenamente, e por experiencia própria, pois sempre comprei muitos cursos, porque como sempre trabalhei 8 h por dia, a aula era mais facil de digerir. Mas infelizmente não tive essa malicia antes, de utilizar um curso intensivo pra construir uma boa base, e ter um material de consulta. Mas estou fazendo isso agora e ta valendo muito a pena. Claro que e puxado fazer curso e conciliar com doutrina, jurisprudencia, lei seca e fazer questões. Mas quem ja tem varias reprovações nas costas como eu, sabe que não tem meio termo. Ou se dedica e se esforça de verdade ou fica no quase passei!! rsrs. abraços.

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  14. Sua opinião parece bem parcial e jurássica. Cursos específicos e de tempo mais curto, com formato personalizado, estão mostrando sim ótimos resultados. Não vejo muitos aprovados falando que são alunos de LFG, CERS e Damásio. Hoje, existem outras forças e para acompanhar e orientar o estou pdoer ter certeza que o e visão geral é melhor que o especialista. Até porque dos especialistas já se pode colher o conteúdo. Bem contraditório alguém que vende editais sistematizadas vender a ideia de que a pessoa precisa de um curso de longo para evoluir. Respeito sua posição, mas sou aluno de um desses cursos com vários recém aprovados e evoluí 25 pontos em 2 meses e meio, coisa que curso de vídeo nenhum nunca me proporcionou. Você pareceu escrever com certo preconceito e olhar de quem não sabe muito bem como alguns trabalhos são conduzidos.

    (Assinado: aluna de um curso personalizado - com muitos recém aprovados incríveis - e ex examinadores de bancas que juntos formam um verdadeiro corpo docente).

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    1. Lógico que a OPINIÃO é PARCIAL. Se VOCÊ opina, VOCÊ diz o que VOCÊ acha. Lê quem quer ler. Agora, chamar a OPINIÃO dele de jurássica mostra bem o qto vc é tolerante com o q não concorda.

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    2. Acho que a ideia do texto é sobre curso para construir uma base. É humanamente impossível passar 20mil páginas de doutrina (média das bibliografias indicadas) e lei seca e jurisprudencia por vídeo aula num curso de 3 a 6 meses.

      Se num curso anual algumas matérias já vem incompletas, imagina num de curta duração.

      Agora, se vc já tem uma boa base, é óbvio que vc não precisa fazer um curso anual e ver coisas que para vc são triviais e que já domina.

      Nesse caso, um curso focado em determinados pontos, revisão ou resolução de questões fará bem o serviço.

      No mais, se vc conhecer alguém que teve uma péssima faculdade, não leu pelo menos uma doutrina de cada matéria e fez um curso de 6 meses e, no final, foi aprovado, por favor me avise. Pq Se não for um caso de genialidade, pode ter certeza que o curso é bom mesmo.

      Veja os aprovados desses cursos: ou são pessoas que estudam há anos e ganharam um direcionamento que foi um empurrãozinho para aprovação ou foram pessoas que construiram uma excelente base ainda na faculdade (como o Eduardo).

      Nos próprios editais vendidos pelo eduardo vc vai ver que ele deixa bem claro que se vc não tem uma base, a média de dias necessários, estudando pesado, para sonhar com a aprovação vai beirar um ano de estudos.

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  15. Deus te retribua com tudo que for de melhor para sua vida e de seus familiares. Muito obrigado mesmo a todos vocês, não só o eduardo, mas também a nathália, hayssa, rafael e todos que tomam um pouqinho do seu tempo para ajudar outras pessoas a alcançar seus sonhos.

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  16. Acredito que o LFG já caiu de qualidade bastante nos últimos 2 ou 3 anos... Tenho a impressão que os melhores hoje em dia são CERS, Ênfase e Damásio. Sendo que o Ênfase possui os melhores cursos preparatórios para concursos federais.

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  17. Você só aceita os comentários elogiosos? Por que não aceita as críticas? Vamos debater o tema, não? Podemos convidar alguns alunos de cursos de modelos mais personalizados teoricamente rechaçados por por você para debatermos o assunto. Aí sim conhecerá uma outra realidade, de total migração do que você prega (alunos por 300 horas vendo vídeos) para um modelo que tem se mostrado mais que efetivo. Mais humildade amigo, porque em muitos desses cursos, você não estaria em um TOP 15 de curriculum no corpo docente. Só mais um detalhe: fugir de empresas pequenas é também fugir de um vendedor de edital sistematizado.

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    1. Amigo, não aceitei seu texto ontem, pois não tive tempo de passar pelo blog. Em momento algum me faltou humildade, apenas trouxe minha posição, quer você goste ou não, ela é minha posição. Se não gosta, basta não seguir.
      Extraia do site o que lhe interessa, e finja que não leu o que não te interessa.Bons estudos e sucesso nos concursos.

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  18. Acho que a época de ouro do LFG ficou no passado. No meu ponto de vista, o Carreira Jurídicas do CERS é o melhor da atualidade. O corpo docente do novo curso G7 Jurídico é espetacular. Pode virar o novo queridinho dos concurseiros.

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  19. excelente eduardo. obrigada pela dica!

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  20. professor, você indica o estratégia concursos? porque video aula para mim demora muito.. fico sem paciência. acho legal que eles têm os pdfs já com as questões... mas não sei se confio

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  21. Muito boa sua posição Eduardo, sincero e direto ao ponto. Parabéns, e não se turbe com os vendedores desses cursos de última hora que se sentiram ofendidos com suas considerações, pois, de igual modo, só vejo tais cursos afirmando números espetaculosos de aprovados, mas quase nunca a gente vê os tais aprovados comentando tais postagens nas redes sociais, isso é no mínimo estranho, pois eu naturalmente renderia elogios à qq ferramenta que me ajudasse a atingir meu sonho, quando mais se ela se mostrasse tão decisiva e revolucionária como dizem por ai. Parabéns mais uma vez! Sempre estou por aqui, e sem necessidade de esconder minhas opiniões no anonimato.! abs

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  22. Quanta gente q estuda para concursos jurídicos e não sabe respeitar a opinião alheia. Que belos profissionais vcs são/serão!

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  23. Parabéns pelo post, Eduardo! Muito útil e sincero, como tudo o que você posta e , por isso, tem todo o meu respeito, sempre.
    Quanto aos comentários ofendidos aqui, parece não haver qualquer razão para tanta paixão. Pessoal,se você leu e não concordou: é só não aderir à OPÇÃO sugerida aqui e continuar com aquilo que lhes parece mais conveniente. Não vejo motivo para tanta raiva destilada tão gratuitamente com alguém que está sempre nos ajudando.

    Enfim, bons estudos a todos, que, afinal, é o que mais importa aqui!

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  24. Professor, achei muito interessante tua abordagem que, cá entre nós, serve para confirmar a percepção de muitos. Atualmente, estou assistindo curso regular dentre um dos que citou na postagem e tenho verificado o quão eficiente é para mim, uma vez que não tenho muito tempo livre para optar por doutrinas (que estão situadas no plano para complementar as aulas).
    Ademais, os resumos que tenho feito permitem uma revisão tranquila, aliada à leitura da lei seca e jurisprudência (infelizmente ainda não tenho tanto amor pela leitura destas últimas, mesmo sabendo que são essenciais para minha aprovação).
    E sim, comprei um dos teus esquematizados, e não tenho o que reclamar, pois me obrigou (e já te antecipo meu agradecimento) a fazer um estudo mais completo, abordando assuntos que nunca pensei em estudar por acreditar que nada tinha a ver com determinado ponto do edital (no início pensei: to lascado com tanto conteúdo, mas só foi organizar um pouquinho minhas técnicas de estudo que passei cumprir o programa posto no edital).

    Excelência... muitíssimo obrigado!!!

    Respeitosamente,

    Urias Maxsuel.

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  25. A pessoa cria um blog, mantém o blog, dispõe-se a ajudar, EMITE O PRÓPRIA OPINIÃO (conforme a realidade que conhece), e ainda assim, como se fosse obrigado..., é rechaçado...
    Paciência!!!
    Cada pode exprimir aquilo que se convier...
    Só tenho a parabenizar e agradecer-lhe pela disponibilidade, pela contribuição.
    Aproveito e ratifico que tem sido um canal excelente para mim e para muitos que conheço...
    Opinião é opinião!!!
    Ninguém é responsável pelas inferências de outrem...

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  26. Eduardo, eu gostaria de saber se vc fez o LFG e em que ano. Salvo engano, o LFG acabou se desmembrando, nem sei mais se ele existe nos moldes de alguns tempo atrás. Alguém pode ajudar?

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  27. Valeu professor, ótimas dicas.
    Conversei com alguns recém aprovados para delegado e magistratura e realmente é isso ai.

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  28. Comentário "anônimo" porque não tenho quaisquer dos perfis que permitem a identificação. Já caí em algumas furadas e concordo com o que escreveu o Eduardo. Fiz um cursinho cujo único propósito, com alunos de primeira fase, parecia ser o de arrecadar cada centavo de seus bolsos, além de criar um fã clube que não sai das redes sociais, fazendo propaganda de como foi revolucionário aquele cursinho na vida deles, porque aparenta dar todas as respostas e carregar o aluno no colo,mas não se vêem aprovados dessas caras turmas de primeira fase. Eu me senti perturbada pelas urgências que eles criavam a cada momento, queriam depoimentos, fotos com os materiais, imagens dos alunos assistindo às aulas, aulinhas pelo Instagram, pelo Facebook, uma quantidade gigantesca de mensagens pelo Whatsapp, enfim, uma publicidade enorme e resultado para as próprias contas bancárias. Detalhe: cada professor dando uma dica diferente a respeito de preparação e refutando o outro, sem saber, o que também me frustrava muito e me fez chorar de desespero algumas vezes. Cheguei a participar de uma turma de reta final, paguei caro. Posteriormente, porém, cobraram por uma reta final ainda mais específica, de cerca de um mês, com "dicas quentes" que eram, na verdade, quase que puro achismo e NADA foi aproveitado na prova. Eram vídeos diários, sem uma ordem específica, sem cronograma, não permitia organização, enfim, um show de horrores. Mas os alunos seguiam elogiando e seguem falando mil maravilhas. Consegue passar quem já tinha uma boa base, tinha algumas aprovações, e comprou o curso só por desencargo de consciência - foi o que percebi. Estou agora voltando ao método que estava dando certo para mim, que já me rendeu algumas boas colocações, e que se amolda muito bem ao que o Eduardo descreveu em seu texto. Não quer dizer que seja unânime, não acredito que o autor tenha a intenção de sê-lo, mas imagino que se aplique a grande parte dos casos.

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