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DEPOIMENTO PEDRO LUTHOLD – APROVADO PARA DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL.

Olá meus amigos, bom dia. 

Hoje é dia de um depoimento muito legal aqui no blog. Trago o relato de aprovado do Pedro Luthold aprovado para Delegado de Polícia Federal. 

Pedro é analista do MPU em Dourados, mesma unidade em que estou lotado, e fará muita falta na PRM, mas nos ajudará muito mais na PF. 

E a novidade: hoje tem o depoimento do Pedro, amanhã tem live com ele no Instagram @eduardorgoncalves - 19h30min de Brasília. Deixem nos comentários as perguntas que querem que eu faça ao Pedro. 

Falaremos de tudo da PF - Do zero a prova oral (passando pelo TAF). Imperdível.

Vamos ao depoimento: 

“Polícia Federal, orgulho do Brasil!!!” - era o trecho do hino da PF que vinha à mente, quando veio a publicação do edital de abertura do concurso da Polícia Federal, no fatídico dia 14/06/18.
Como numa cena de filme que se passava nitidamente na minha cabeça, lembrava-me, com orgulho, da trajetória de meu pai, que na época com seus 44 anos havia passado no concorridíssimo concurso pra Perito Criminal da Polícia Federal. Pensa num senhor que corre, nada, pula e faz barra - pois então, prazer, meu pai!

Recordo-me sempre de que ele dizia ter orado, pedindo a Deus “se for da tua vontade, que eu seja aprovado, nem que seja em último lugar” - cuidado com o que você pede a Deus! Pois aquela emoção vista por mim, com meus 18 anos, amplificada com a tão esperada festa de formatura daquela turma da Academia Nacional de Polícia (ANP), veio à tona com a abertura deste concurso.

A energia daquele lugar, a satisfação de todos que se formavam - dava pra ver nos olhos o brilho de cada um -, o treinamento mostrado parcialmente nos telões, com trechos de aulas de tiros, nado policial, defesa pessoal, direção policial, tudo muito dinâmico e cheio de ação (parênteses para destacar o orgulho que senti do meu pai, o mesmo que morreu de medo de se machucar durante o curso, mas que conseguiu concluir com êxito a missão!), tudo isso emergiu à memória e tomei minha decisão: daria o melhor de mim para também viver aqueles dias de glória e conquistar essa aprovação para essa fascinante carreira que é a de Delegado de Polícia Federal. Orei pedindo a Deus que desse tudo certo, pois já me sentia cansado de reprovar em provas de concurso: tinha que ser este concurso, esta prova. Vai dar certo, eu vou conseguir, eu creio - pensava eu torcendo pra dar certo!


Em 2013, havia prestado o concurso para Delegado PF, mas não tinha conseguido estudar o suficiente porque estava ansioso com minha recente aprovação no MPU. Porém, realizar aquela prova não foi um ato praticado em vão, pois saí de lá com a sensação de que se tivesse focado no estudo de Penal, Processo Penal, Constitucional e Administrativo, conseguiria um bom resultado, lembrança que foi fundamental para que acreditasse no meu potencial e me esforçasse o necessário para alcançar a nota de corte nessa prova.

Havia retomado os estudos já fazia um ano e meio e somado duas grandes derrotas, nos concursos da DPU e do MPMS (faltaram apenas 3 pra fazer os 77 pontos do corte!!!), mas a viagem de férias que recém havia tirado com a família renovou minhas forças para retomar com gás total meus estudos para essa prova!! Estava decidido: faria tudo que estivesse ao meu alcance pra conseguir a vitória!!

Contudo, havia um problema: tinha machucado o joelho - em maio daquele ano - num treino de corrida. Mil preocupações vieram à mente, mas pedia a Deus insistentemente pra que não fosse nada grave e conseguisse me recuperar logo!

Final de 2017 já ouvia rumores de que o concurso da PF estava prestes a sair e tratei de começar a correr, malhar, fazer regime (perdi 10kg!!), mas aquela lesão me deixou preocupado. Logo na primeira semana que o concurso abriu fui a um ortopedista avaliar minha situação, fiz a ressonância por ele solicitada e ele então me deu seu diagnóstico: “olha, você não vai precisar operar, mas terá de ficar 3 meses sem correr, embora deva fazer fortalecimento muscular”. Comecei a querer pensar que talvez não desse tempo pra me recuperar até o TAF (teste de aptidão física), mas dissipei tais pensamentos e continuei crendo que até lá já estaria melhor. Graças a Deus houve o adiamento em um mês do cronograma do concurso e consegui me recuperar a tempo de treinar para o TAF!

Eu sabia que o TAF reprovava muita gente. Vi como foi terrível no concurso anterior, então eu me esforcei muito pra não deixar de lado essa parte física enquanto me preparava pra primeira e segunda fase do concurso.

Conciliando estudo e treinos de corrida e musculação (natação só fui treinar depois da primeira fase - porque havia feito um teste numa piscina e tinha conseguido fazer os 50m em menos de 44seg), corrigindo falhas dos concursos anteriores, reforçando o estudo da jurisprudência e tentando cobrir o máximo dos itens do edital com a ajuda do app @meuorganizado, fui fazer a prova.

Expectativa a mil, vim sozinho para capital - deixei esposa e filha em nossa cidade, passei a véspera estudando tudo que podia das matérias que não tinha encontrado tempo pra estudar. Fui deitar às 22h, o cérebro não parava, os pensamentos acelerados com todas aquelas informações engolidas naquele dia, resolvi orar pedindo a Deus que me ajudasse a dormir - a última vez que olhei o relógio marcava 00:30, levantei 04:30, tive a sensação de ter apenas cochilado. Fiz um café, orei mais uma vez pedindo serenidade, tomei analgésico pra não ficar com dor de cabeça na hora da prova e passei na casa de um amigo que também faria a prova pra irmos juntos. Revisamos ali alguns pontos que julgávamos importantes e partimos até às salas que faríamos as provas.

Lendo as questões, fui ficando animado, pois tinha estudado grande parte daquele conteúdo, alimentei a expectativa de que daquela vez iria dar certo. Saí da prova objetiva com sensação de paz no coração de que havia me esforçado a fazer o meu melhor.

Saímos pra almoçar e, ao retornarmos, debatemos pontos que pensávamos que pudessem ser cobrados na prova subjetiva, falamos sobre poder de polícia, ciclo de polícia, diferença de polícia judiciária e polícia ostensiva, provas, prisão preventiva e outras cautelares, além de outros assuntos. E adivinhem só?! Alguns dos assuntos que tínhamos revisado, caíram na prova!!!

Quando abri o caderno e vi as questões, fui tomado de um otimismo como se Deus estivesse entregando aquela vitória pra mim.

Passada a euforia do dia da prova, comecei a ficar preocupado: fui acompanhar alguns gabaritos extraoficiais e comecei a achar que não tinha dado certo, que havia errado muitas questões e comecei a ficar com medo, achando que aquilo ali tinha sido mera emoção de ansiedade com a prova.

Até que saiu o gabarito preliminar e acompanhei minha possível classificação no famigerado “Olho na Vaga” - voltei a ficar confiante, pois estava um ponto acima da nota de corte, segundo as estatísticas do site.

Recorri de várias questões (perto de 10, salvo engano), pois tenho convicção de que recurso é fase de concurso, e - graças a Deus - ganhei mais algumas questões com os recursos e consegui alcançar a nota de corte necessária para avançar no concurso - naquele momento estava classificado em 310 dos 450 que seguiram pro TAF!

Naquela mesma semana do resultado, outra notícia fantástica: iria ser pai novamente! Gratidão em dose dupla! Deus ouviu a oração da minha esposa e da minha filha, que pediram tanto por isso!

Desde o começo orava pedindo pra ficar entre os 150 aprovados - esqueci de mencionar na minha oração que deveria ficar entre 112, pois era o inicialmente previsto pra ampla concorrência, mas Deus é bom e consertou meu equívoco - como vocês verão lá na frente. Minha expectativa era tirar essa diferença no TAF e conseguir ficar dentro do quantitativo das vagas.
Aumentei a intensidade nos treinos, tinha dia que malhava por 1 hora, nadava uns 800m e ainda corria os 2400m em 12 minutos. Consegui reduzir meu tempo na natação de 38seg para 32seg, melhorar a distância na corrida pra algo próximos dos 2500m, fazer 11 barras fixas e fazer o salto horizontal em 2,38m.

No dia do teste, veio aquela tensão, pois nos outros dois dias já tinha ouvido relatos nos grupos de WhatsApp de pessoas que foram prejudicadas por circunstâncias alheias, mas aquilo estava fora do meu alcance. Havia me preparado pro pior e fui lá pra fazer o melhor que pude em tudo. Graças a Deus, tudo deu certo, apesar da tensão e do cansaço, no dia consegui fazer índices ainda melhores do que nos treinos - mas saí com a perna e as costas um pouco doloridas. Liguei pra avisar minha esposa e meus pais que havia conseguido!!!! Que alegria, todo mundo ficou muito animado com aquela notícia!!! Estava cada vez mais perto do sonho!!

Com o resultado do TAF, saí da colocação 310 e passei pra 202 (mais ou menos). Houve 40% de reprovação no TAF - um percentual desesperador!

Retomei firme os estudos, agora para a sonhada prova oral. Nesse tempo, treinei bastante com colegas via Skype, fiz 02 cursos, o que me ajudou muito a corrigir vícios e aprender a ter jogo de cintura para responder questões sob pressão.

Fui para Brasília e fiquei na casa de um colega que também faria a prova oral. Treinamos bastante na sexta e no sábado, pois nossa prova estava marcada para domingo.

 “Pedro Henrique...” - ouvi meu nome ser chamado, tinha chegado a hora de ser arguido. Nessa hora, parece que a mão gela e sua frio, a respiração parece ficar rarefeita e o coração palpita. “Chegou tua hora de arrebentar” - pensava eu pra tentar afastar os maus presságios que queriam me dominar.

Superado o nervosismo inicial, consegui vencer o medo e responder satisfatoriamente às perguntas da banca - depois de quase gaguejar meu nome e número de inscrição, é claro! Ainda bem que tive calma suficiente pra pular a primeira questão - que era bem difícil, sobre zona de fronteira (a prova está salva no meu perfil do Instagram) - e consegui expor com clareza meus argumentos.

Com o resultado da prova oral, uma surpresa: havia atingido uma nota muito boa e passei para a colocação 148 - ainda consegui ganhar uns pontos nos meus recursos!!!

Nessa época, a comissão dos aprovados intensificou a luta pelo aproveitamento dos excedentes e, enfim conseguimos a publicação do decreto que autorizava a convocação de todos os aprovados no concurso.

Deus sabe de todas as coisas, minha filha nasceu dia 14/06/19 e se tivesse sido chamado já nessa primeira turma da Academia Nacional de Polícia - que se iniciou em 10/06/19 - não poderia presenciar o parto e me fazer presente nessa fase tão delicada de sua vida! Graças a Deus fui já convocado para a segunda turma da ANP, cujo início ocorrerá em outubro de 2020 e assim fico em paz pra seguir cumprindo meu papel de pai presente na vida das minhas filhas.

Ainda estou escrevendo essa história, mas espero, com essas palavras, encorajá-lo a acreditar que é possível você também escrever a sua trajetória de sucesso, confiando no seu potencial, trabalhando duro e exercendo sua fé, independentemente da rotina vivida e das dificuldades enfrentadas. Acredite, sua hora vai chegar!!! Tenha bom ânimo!!!

É isso meus amigos. 

Assistam a Live com o Pedro amanhã - 19h30min - no instagram @eduardorgoncalves 

Um abraço meus amigos e bom domingo a todos. 

Eduardo, em 16/08/2020
No instagram @eduardorgoncalves e @pedro.luthold



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