Quem passa por aqui, PASSA!

SIGAM NO INSTAGRAM @EDUARDORGONCALVES, @MEUESQUEMATIZADO e @MEUORGANIZADO.

ENTREM NO NOSSO GRUPO DO TELEGRAM CLICANDO AQUI.

PARTICIPEM DO NOSSO FÓRUM DE DISCUSSÕES.

LEIAM NOSSO "MANUAL DO CONCURSEIRO"

CURSO ONLINE

CURSO MÉTODO EDUARDO GONÇALVES - METODOERG VÍDEO AULAS + LIVES

O QUE É O CURSO?  Após anos de aprendizado teórico e prático, lançamos o projeto piloto onde repassaremos a nossos alunos tudo que aprend...

DEPOIMENTO DE APROVADA - DANIELA BOTELHO - DELEGADA DE POLÍCIA CIVIL EM SÃO PAULO

Olá meus amigos, bom dia a todos. 

Eduardo quem escreve com um SUPER depoimento. Hoje a Daniela Botelho, nossa aluna em alguns cursos e leitura do blog, vai contar como foi sua trajetória até o cargo de Delegada de Polícia. 

Motivem-se com a Daniela, a quem parabenizo pela brilhante conquista. 

Vamos lá: 

Meu nome é Daniela Botelho, sou de Manaus-Amazonas, mas me mudei para São Paulo porque em fevereiro de 2020 eu tomei posse como Delegada de Polícia do Estado de São Paulo.
Estou muito feliz em poder contribuir com o blog contando sobre a minha aprovação, uma vez que os cursos do Eduardo fizeram parte dessa conquista.
Além disso, eu sempre achei motivador ler histórias de aprovação. Nos dias em que eu ficava desanimada, procurava lê-las e isso me dava um ânimo… Nada mais justo do que ser um pouquinho generosa e contar o que eu passei até chegar ao cargo que eu almejava.

Formei na faculdade de Direito no ano de 2010. Entre 2010 a 2013, enquanto buscava atingir os meus 03 anos de prática jurídica, eu ficava prestando provas para Analista de tribunais. Cheguei até a passar em alguns, mas nunca fui chamada (Ex.: Aprovada em 21 lugar para Analista no MPU, na PR do meu estado, mas justo no meu concurso só chamaram 16…). Eu achava que tinha que passar por essa “escada”: Primeiro ser aprovada para Técnica de tribunal, depois Analista e, por último, no meu cargo-fim.
Esqueci de contar que, quando estava na faculdade, fui aprovada no cargo de assistente judiciária do Tribunal de Justiça do meu estado, e tomei posse durante o curso. Logo, os meus estudos para concurso foram concomitantes com o trabalho desde quando eu fazia a graduação.
No ano de 2013, eu desisti da ideia de primeiro passar para Analista, e comecei a prestar concursos de Delegado, meu desejado cargo-fim. Tanto na faculdade quanto no Tribunal de Justiça, me apaixonei por Direito Penal e, trabalhando em Vara Criminal, lidando com processos criminais diariamente, pude perceber a importância da condução de um bom inquérito policial pelos Delegados de Polícia para que o processo criminal também pudesse ser bem sucedido, e decidi que era ali que eu queria estar.
Viajei por vários estados do Brasil tentando a aprovação, mas, nos anos de 2013 a 2016, eu só reprovei. Não conseguia alcançar a nota de corte, o que só foi acontecer em 2016.
E o que eu acho que foi fundamental para que eu conseguisse isso, para que a aprovação enfim pudesse acontecer? O meu comprometimento, a minha entrega.
Até 2016, eu estudava “mais ou menos”. Estudava poucas horas quando saía do trabalho, aos finais de semana nem pensar, acordava tarde, saía, viajava nos feriados, enfim... Eu tinha conseguido um cargo de Assessora de Juiz no Tribunal de Justiça e acabei me acomodando e estudando errado por esse tempo.
Até perceber que aquilo não estava bom. Que eu deveria fazer mais por mim, que eu deveria me comprometer, me dedicar, me entregar aos estudos, porque realizada profissionalmente eu não estava, embora estivesse confortável.
Foi aí que eu digo que houve a virada de chave na minha vida, no ano de 2016.
Saiu o edital do concurso de Delegado de Polícia do Estado do Pará e pensei: “Esse é meu!”. Era um estado do lado de casa (eu morava em Manaus-AM), e, acima de tudo, eu queria MUITO passar. Passei a estudar certinho todos os dias, saía do trabalho direto para a sala de estudos. A prova acabou sendo anulada e reaplicada, ganhei uns meses a mais de estudo, atingi a nota de corte pela primeira vez. E assim fui passando em todas as etapas: Prova objetiva, discursiva, teste físico, psicotécnico, investigação social, exames médicos, maaas… Fui eliminada no curso de formação porque fiquei fora do número de vagas (por 0,2 décimos...), mesmo tendo sido aprovada em tudo, e lá não formavam cadastro de reserva.
Ok. Hora de começar tudo de novo, bola pra frente. Era 2017 já e os rumores de que o edital da Polícia Civil do Estado de São Paulo iria sair eram grandes. Pensei: “agora vai, vou me dedicar de verdade”.
Estudei o ano inteiro com base no edital do concurso anterior, de 2013. Nem viajei em 2017 para fazer prova em estado nenhum porque estava focada nesse edital de SP.
Quanto aos estudos em si, eu sempre tive mais facilidade para aprender lendo. Aprendi que estudo é autoconhecimento, é achar a melhor forma que você aprende e seguir com ela. Muitos amigos meus concurseiros adoravam assistir aula e assimilavam melhor assim. É como eu disse, cada pessoa tem um jeito diferente e o importante é que funcione para você.
A video-aula fez parte da minha trajetória de concurseira sim. Lá no começo dos meus estudos, na minha formação de base, quando eu sabia pouco ou quase nada sobre a matéria, e, principalmente, quando não tinha tido nenhum contato antes. Com os professores me explicando, me dando um norte sobre o que eu precisava saber, eu montava um caderno onde anotava TUDO e, a partir de então eu ficava naquele estudo solitário, lendo mesmo.
Li doutrina nas 4 matérias principais das provas de Delegado = Penal, Processo Penal, Constitucional e Administrativo. Obs: Não eram livros acadêmicos, e sim, voltados para concurso mesmo. Estudava a base por eles e ia resumindo à mão os pontos que eu realmente precisava saber e fixar. Esse primeiro estudo, o primeiro contato com a bibliografia, é o mais “chato”, o mais lento, é demorado e tudo mais. Requer muita paciência, o avanço no edital é mais devagar mesmo. Mas é também o mais importante, para mim foi nessa fase de estudos (a do início, com video-aulas e doutrina) que aprendi coisas que nunca mais esqueci.
Depois de formada a base, passei a uma outra fase nos estudos: Já considerava sinopses o suficiente para uma primeira fase, e fiquei nelas durante muito tempo.
Foi a fase em que eu mais errei também… Sabe por quê? Por que existem MILHÕES de materiais por aí. O meu erro nessa etapa foi querer abraçar o mundo e, muitas vezes, ficava trocando de materialcada coisa nova que me mandavam, ao invés de seguir no meu e ler várias vezes a mesma coisa (o que já se mostrou mais eficaz), eu ficava trocando de fontes e isso acabou me “atrasando”Se fosse hoje, não trocaria, teria me mantido do início ao fim com as mesmas fontes. Mas ok, aprendi.
Também não curtia ler a lei seca, até que, de tanto reprovar por falta de leitura de letra de lei, ela passou a ser primordial nos meus estudos para conseguir a tão sonhada nota de corte! Depois que peguei gosto e entendi a sua importância, eu não ia fazer prova sem que tivesse lido pelo menos duas vezes todo o CP, toda a CF e todo o CPP nos artigos cobrados (e sem trocar de Vade Mecum, para a memória visual fixar melhor!).
Voltando ao estudo para a prova de São Paulo: Juntei tudo o que eu tinha direito de férias, licença especial, folgas eleitorais por haver trabalhado em eleições, e me afastei do TJ de janeiro a julho de 2018 só para estudar.
Acordava cedo todos os dias (inclusive sábados e domingos, às 05:30/06 hs no máximo, e eu sempre pensava que era temporário, que era por pouco tempo), como se fosse trabalhar mesmo, e passava o dia inteiro na sala de estudos. Quando ia em casa almoçar, me dava 1 hora ou 1 hora e meia no máximo. Folgava só meio turno de domingo, mas pensava: "Isso logo passa". Foi nessa etapa que, analisando e me percebendo, concluí que eu aprendia MUITO resolvendo questões. Então, de janeiro de 2018 a julho de 2018 (data da primeira fase da PC-SP), eu praticamente fiquei só nisso: Resolvendo o máximo de questões possíveis. Esgotei praticamente todas as questões de Penal, Proc. Penal e Constitucional do cargo de Delegado que tinham disponíveis no site onde eu resolvia questões. Resolvi praticamente tudo o que encontrava da VUNESP (banca da prova), de 2015 a 2018. Foi quando o meu rendimento subiu MUITO!
Sobre horas líquidas, eu nunca cronometrei. Ficava ansiosa e triste quando não atingia as horas esperadas, então achei melhor parar. Minha meta era um número X de questões resolvidas por dia ou um número X de tópicos do edital a estudar por semana, e não horas líquidas em si.
Enfim, depois de já ter passado por aquelas etapas de formação de base, de revisão por sinopses, eu pude enfim ficar esgotando os tópicos do edital por meio de questões. Nisso, eu ficava atenta para que o meu desempenho nos acertos sempre ficasse acima de 75%, e, enquanto isso não acontecia, eu continuava estudando. Nesse meio tempo, até a prova objetiva de SP, tivemos a prova de Delegado do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais. No RS: Fiquei 0,25 abaixo da nota de corte, não consegui. Em MG: Mesmo com toda a minha rotina árdua de estudos desde janeiro, também não consegui o corte. Resultado: Fui fazer a prova de SP de cabeça baixa, pessimista, e não sabendo mais o que fazer para ser aprovada.
Mas, naquele dia, os ventos mudaram… Parecia que a prova tinha sido feita para mim! Eu ia respondendo tudo com tanta certeza, com tanta segurança… Parecia que tinha visto tudo o que estavam me perguntando. Acertei mais de 80% da prova, deu certo. Passei na primeira fase.
Veio a discursiva. Como encarar? Adaptei o jeito que mais deu certo para mim na fase objetiva: Fui resolver questões discursivas! Me matriculei no curso de segunda fase do blog do Eduardo, e foi maravilhoso! Questões atualizadíssimas, recebíamos materiais de apoio com pontos para revisão, os feedbacks nas correções me ajudaram bastante. Nessa época eu também fiz vários resumos/esqueminhas de assuntos que eu precisava ter na cabeça, com as palavras-chave relativas a cada tema, para que, na hora da prova, eu soubesse desenvolver o meu raciocínio.
Além das questões discursivas que o curso me enviava, eu copiei e colei todas as questões discursivas e melhores respostas das “superquartas” desse blog, desde o início, das matérias que cairiam na minha prova discursiva, em um arquivo do Word para ler várias vezes esse material. Deu muuuuito trabalho fazer isso, fucei o blog inteiro, mas no fim das contas, passei! Eu estava na temida fase oral.
Mais uma vez, foi treino. Continuei aluna do site e fiz o curso específico para a prova oral de Delegado da PC-SP oferecido aqui pelo Eduardo Gonçalves. Muitas questões potenciais foram treinadas no curso (inclusive me perguntaram na prova uma que eu havia treinado uma semana antes), e eu também treinei muito falando sozinha sobre algumas temas. Cheguei a me gravar falando, para ouvir como estava a minha explicação, perceber como o examinador me ouviria. Eu entrava no carro para ir ao trabalho e já dava o “play” nas minhas gravações, ia o caminho todo me ouvindo explicar sobre os temas das matérias que cairiam na prova oral, além de treinos via chamada de vídeo no Whatsapp com os colegas.
Os dias antes da prova oral foram bem difíceis. Meu psicológico ficou bastante abalado, com aquela sensação de não saber nada, de ter esquecido tudo, medo de reprovar e ter que retornar à “estaca zero”, enfim, acho que é uma situação bem recorrente entre os candidatos que estão nessa etapa. Mas, no fim, correu tudo bem. Falei de forma calma tudo o que sabia, tudo o que me foi perguntado, mas claro que também usei o famoso: “Não me recordo, Excelência”.
Saí da prova oral confiante depois das minhas arguições. Quando finalmente o resultado saiu, foi um dos melhores dias da minha vida! Só pensava que agora sim, estava aprovada para Delegada de Polícia do Estado de São Paulo! Agora sim não precisava mais sair correndo do trabalho direto para a sala de estudos. Agora sim não precisava mais acordar 5:00 da manhã para estudar antes de ir trabalhar, o que fiz várias vezesTeve esforço, disciplina, dedicação, recomeços, solidão... Foi regado a muitos “poxa, não posso ir”, a ter visto amigos vivendo a vida, viajando, se divertindo, tomando posse em outros lugares, realizando sonhos, enquanto eu continuava lá, dia após dia, parada no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa: estudando. Mas chegou a minha vez. Para quem não para no meio do caminho, ela sempre chega. Então foi isso… Se você tem um sonho, pague o preço, se dedique, porque vale MUITO a pena! A sensação de ter conseguido o que tanto se buscou é indescritível! Bons estudos!


Certo amigos? 

Esse texto é uma AULA DE ESTRATÉGIA. 

Extraiam o melhor dele. Um dos melhores depoimentos do blog! 

Novamente parabéns a Daniela e ainda mais sucesso na PC/SP. 

Bom sábado a todos. 

Eduardo, em 1/8/2020
No instagram @eduardorgoncalves

0 comentários:

Postar um comentário

Sua interação é fundamental para nós!

GOSTOU DO SITE? ENTÃO NÃO DEIXE DE NOS SEGUIR NO INSTAGRAM @EDUARDORGONCALVES, @MEUESQUEMATIZADO E @MEUORGANIZADO. ALÉM DISSO, ENTREM NO NOSSO GRUPO DO TELEGRAM.

NÃO DEIXE DE LER!