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OPORTUNIDADE ÚNICA - PRIMEIRO CURSO DE 2020

CURSO PRESENCIAL (WORKSHOP) - PASSO A PASSO DA APROVAÇÃO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

Olá meus amigos,  Faremos um WORKSHOP  em CURITIBA , dia 25/01/2020 , com o tema PASSO A PASSO para a aprovação em concursos do MINIST...

OS NÃO QUE RECEBEMOS - PERSISTÊNCIA É A CHAVE PARA A APROVAÇÃO

Olá gente bom dia. 

Ontem uma seguidora me enviou uma mensagem dizendo que se sentia frustrada por, até agora, não ter conseguido uma estágio. 

Então me lembrei da minha saga para conseguir um estágio e vou contar a vocês. 

Eu queria porque queria estagiar no MPE da Comarca de Joaquim Távora, então perdi toda a vergonha na cara e fui me oferecer ao promotor para trabalhar de graça. Isso em 2008 se não me engano. Bati na porta do Dr. Felipe Lamarão e pedi o estágio voluntário. 

RESPOSTA: NÃO. Deixei meu currículo e nunca foi chamado. 

Quando o promotor foi removido, fiquei sabendo que outra promotora chegaria, Dra Leda Barbosa, e nos primeiros dias dela na comarca fui novamente no gabinete e pedi para trabalhar sem remuneração novamente, quando ela prontamente me disse SIM. 

Comecei no dia seguinte, e me apaixonei pelo trabalho e pelo MP. 

O que isso significa? 

Que nossa vida é feita de muitos NÃOs, mas também alguns SIMs que vão transformá-las por completo. 

O meu primeiro NÃO serviu para me mostrar que eu era apenas mais um acadêmico procurando estágio. 

Na época eu estava todo me sentindo por estudar em uma faculdade pública, e esse NÃO serviu para me mostrar que eu não era melhor do que ninguém e que o fato de eu estudar em uma pública não me serviria para NADA (como não serviu). 

O importante mesmo é tentarmos tirar algo positivo do NÃO, seja ele uma recusa de emprego, seja ele uma reprovação. Eu apliquei isso em minha vida. Busquei tirar lições de cada uma das minhas reprovações. 

Aliás, já escrevi o seguinte sobre minhas reprovações:
Muita gente me pergunta se eu já reprovei em concursos [...] 
E a resposta é: ÓBVIO! 
Não conheço nenhum concursado que tenha passado em concurso para carreira fim sem nenhuma reprovação. Hoje vou falar para vocês das minhas reprovações. Isso mesmo vou falar de reprovações:
A primeira reprovação: Analista e Técnico Judiciário do TRF4. Estava no início da terceira série do curso de direito. Para técnico nem fiquei classificado. Para analista, fiquei em 169 na lista geral da quarta região. Faltou muito pouco para a lista chegar em mim. Direito Administrativo me tirou as chances de aprovação. 
Dessa prova tirei uma lição: NINGUÉM PASSA EM CONCURSO SE NÃO SOUBER DIREITO CONSTITUCIONAL E DIREITO ADMINISTRATIVO. 
A segunda decepção veio ainda no mesmo terceiro ano da faculdade. Era estagiário na PRM Jacarezinho e queria a vaga de técnico do MPU de lá. Resultado fiz a prova, fiquei em 700 (e lá vai cacetada). Perdi minha vaga para técnico judiciário, em compensação passei para analista, e não consegui tomar posse, pois ainda estava na 3ª Série do curso de Direito e fui nomeado na primeira leva em virtude de ter ficado em 5º lugar. 
Dessa reprovação tirei a segunda lição: SE VOCÊ ESTUDA PARA CARREIRA FIM, NUNCA DESVIRTUDE SEU ESTUDO PARA CARREIRA MEIO. Ou seja, esqueça arquivologia, informática, noções de administração, se sua meta for uma carreira fim logo ao terminar a faculdade. EU NUNCA DESVIEI MEU FOCO. SEMPRE ESTUDEI APENAS AS MATÉRIAS JURÍDICAS. RESULTADO: PASSEI PARA ANALISTA, REPROVEI FEITO PARA TÉCNICO. 
Continuando a minha saga, reprovei para Advogado da Caixa (Até fui aprovado, mas sem chance alguma de nomeação). A lição que ficou dessa prova: NINGUÉM PASSA EM CONCURSO SÓ COM DOUTRINA. TEM QUE DOMINAR TAMBÉM LEI SECA. 
A reprovação seguinte: Assessor do TJ/PR. E as lições: 1- NINGUÉM PASSA EM CONCURSO ESTADUAL SEM TER UMA NOÇÃO BOA DE PENAL E PROCESSO PENAL. 2- LEIA TODAS AS SÚMULAS DE VÉSPERA DE QUALQUER PROVA (reprovei em penal por 0,1 décimo, e no parecer por 0,3 décimos, pois desconhecia uma súmula). 

E minha última reprovação:  Defensor Público do Paraná. Nessa fui HUMILHADO. Tirei menos de 4 nas duas provas discursivas, errei as peças (do endereçamento aos pedidos), não sabia nada de filosofia, criminologia, enfim: uma decepção, e o pior de tudo, o resultado saiu na semana da prova oral da AGU! 
E A LIÇÃO: VOCÊ NUNCA ESTARÁ PREPARADO PARA TODOS OS CONCURSO. ESCOLHA UM, FOQUE NELE, POIS É NESSE QUE VOCÊ TEM MAIS CHANCES DE PASSAR. NÃO PULE DE EDITAL EM EDITAL, POIS ELES SÃO MUITO DIFERENTES. FOQUE EM CONCURSOS AFINS. 
NUNCA REPROVEI EM PRIMEIRA FASE, e isso só reforça o que eu disse na lição anterior. ESCOLHA UM EDITAL E FOQUE NELE, MAS FAÇA TODAS AS DEMAIS PROVAS. O MÁXIMO QUE VAI ACONTECER É VOCÊ REPROVAR NA SEGUNDA FASE DESSE CONCURSO NÃO VISADO. 
Enfim, o que quero dizer a vocês é que reprovar é normal, e que cada reprovação lhe aponta um erro que deve ser corrigido até a próxima prova. Ou seja, NÃO DEIXE DE FAZER O MAIOR NÚMERO DE PROVAS POSSÍVEIS, MAS NÃO DESVIE SEU FOCO. 
A grande maioria dos dias é do examinador, mas nós também temos O nosso dia de Glória! 
O importante é não desistir e acreditar em nós mesmos, ainda que reprovados. Devemos crescer com nossas reprovações, e não nos diminuirmos. 
Aprovação só vem quando nós mesmos acreditamos nela. Se você não acredita, repense seus planos de estudos. 
Por fim, lembram que disse que o resultado da DPE/PR saiu na semana da prova oral da AGU: dias depois recebi a notícia de ter tirado 100,00 nessa fase da AGU. A maior nota do concurso! 
Nada como um concurso depois do outro, o importante é encontrar na reprovação forças para seguir em frente e corrigir os erros. O nosso dia de Glória chega quando menos imaginamos, mas precisamos nos preparar para ele desde já! 
E no final, tudo vale muito a pena! SIM VALE MUITO A PENA. O dia que assinei o termo de posse na AGU foi o dia mais feliz da minha vida. 

Persistência é a palavra que te dará a aprovação. NÃO pare na primeira, na segunda ou na terceira. Muita gente reprova 10 vezes até passar. Conheço quem já reprovou 30 vezes, inclusive já na oral uma delas e hoje é aprovada.

Bom dia guerreiros.

Eduardo, em 16/06/2019
No instagram @eduardorgoncalves



3 comentários:

  1. Aff nem fale em receber NÃO sobre estágio no MPE e TJ, ambos aqui no Paraná.
    Já passei em 2 testes seletivos, ficando no cadastro de reserva para quando surgir vagas.
    Enviei e-mail para todas promotorias, informando minha disponibilidade, já conversei com Professores da faculdade que são Promotores, mas nunca chegou a chance em ser convocado para integrar o quadro de estagiários.
    Enfim, agora estou no último ano da faculdade, indo para o segundo semestre e nada da ligação para receber o SIM, o que também acho impossível contratarem estagiário para ficar alguns meses, somente.
    O foco agora é passar nas provas para estágio de pós graduação.
    Sempre estagiei e hoje trabalho em advocacia privada, mas o objetivo é conhecer e integrar Gabinete de Promotores ou Juízes.

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  2. Hoje em dia existem os processos seletivos para estágio em órgãos públicos e foram esses processos seletivos o pontapé inicial para meus estudos.

    Eu estava no 3º Semestre do Curso de direito, em uma faculdade privada com nenhum renome, tentei entregar currículos, procurar oportunidades de emprego e nada. Diante desse cenário, decidi começar a estudar e fiz a minha primeira prova de estágio para o TRT-MS, a prova era patética, 30 questões, vagas infinitas, questões simples, e mesmo assim eu tomei chumbo. Minha próxima tentativa foi o TCE-MS, essa era uma prova difícil, mas me sentia preparado, lembro que tinha começado a estudar 2h por dia, um recorde para um garoto oriundo do ensino público, não deu também. Minha última tentativa (e eu prometi que seria a última) depois de 2 meses na jornada, foi o TRE-MS e mesmo não me sentindo tão preparado, passei em 13º lugar. Apesar de aprovado e convocado, não consegui parar de estudar, minha rotina de estudos aumentou e decidi tentar o estágio para o MPF-MS, de longe, a prova de estágio mais difícil do Estado, duas fases, uma objetiva e outra discursiva, a exigência mínima era o 5º semestre e eu ainda estava no 4º. No fim, passei em 12º na objetiva e terminei em 18º no certame, neste mesmo ínterim, fui aprovado no estágio da DPU em 1º lugar na prova objetiva (depois da redação fiquei em 2º :c).

    Estagiei tanto na DPU quanto no MPF-MS (3º Of. Dr. Davi, infelizmente nunca encontrei o Eduardo na PR pra tirar uma foto :/).

    Todo esse cenário só me motivou a estudar mais e mais para a minha carreira dos sonhos: a Procuradoria do Estado do Mato Grosso do Sul (PGE-MS)

    Devido à nova organização do gabinete que eu estagiava no MPF-MS, minha vaga de estágio foi extinta esse ano. Então, fiz a prova do TCE e do TRE novamente, fui aprovado nas duas, logo após voltar para o TRE, foi aberto o primeiro processo seletivo de estágio da PGE-MS (análise curricular e entrevista), e semana passada saiu o resultado, fui aprovado em 1º Lugar, finalmente irei ter contato com a advocacia pública e com a minha carreira pretendida.

    E tudo isso só aconteceu porque não encontrava vagas de estágio na área privada.

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  3. Hoje em dia existem os processos seletivos para estágio em órgãos públicos e foram esses processos seletivos o pontapé inicial para meus estudos.

    Eu estava no 3º Semestre do Curso de direito, em uma faculdade privada com nenhum renome, tentei entregar currículos, procurar oportunidades de emprego e nada. Diante desse cenário, decidi começar a estudar e fiz a minha primeira prova de estágio para o TRT-MS, a prova era patética, 30 questões, vagas infinitas, questões simples, e mesmo assim eu tomei chumbo. Minha próxima tentativa foi o TCE-MS, essa era uma prova difícil, mas me sentia preparado, lembro que tinha começado a estudar 2h por dia, um recorde para um garoto oriundo do ensino público, não deu também. Minha última tentativa (e eu prometi que seria a última) depois de 2 meses na jornada, foi o TRE-MS e mesmo não me sentindo tão preparado, passei em 13º lugar. Apesar de aprovado e convocado, não consegui parar de estudar, minha rotina de estudos aumentou e decidi tentar o estágio para o MPF-MS, de longe, a prova de estágio mais difícil do Estado, duas fases, uma objetiva e outra discursiva, a exigência mínima era o 5º semestre e eu ainda estava no 4º. No fim, passei em 12º na objetiva e terminei em 18º no certame, neste mesmo ínterim, fui aprovado no estágio da DPU em 1º lugar na prova objetiva (depois da redação fiquei em 2º :c).

    Estagiei tanto na DPU quanto no MPF-MS (3º Of. Dr. Davi, infelizmente nunca encontrei o Eduardo na PR pra tirar uma foto :/).

    Todo esse cenário só me motivou a estudar mais e mais para a minha carreira dos sonhos: a Procuradoria do Estado do Mato Grosso do Sul (PGE-MS)

    Devido à nova organização do gabinete que eu estagiava no MPF-MS, minha vaga de estágio foi extinta esse ano. Então, fiz a prova do TCE e do TRE novamente, fui aprovado nas duas, logo após voltar para o TRE, foi aberto o primeiro processo seletivo de estágio da PGE-MS (análise curricular e entrevista), e semana passada saiu o resultado, fui aprovado em 1º Lugar, finalmente irei ter contato com a advocacia pública e com a minha carreira pretendida.

    E tudo isso só aconteceu porque não encontrava vagas de estágio na área privada.

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