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GRIFAR OU RESUMIR - QUAL O MELHOR MÉTODO DE ESTUDOS PARA O CONCURSEIRO?

Olá queridos, bom dia de domingo. 

Vamos enfrentar um tema que é a dúvida de muitos de meus alunos. Qual o melhor método de estudo para concurso: grifos ou resumos? 

Vamos aos benefícios e lado negativo de ambas as técnicas: 
1- Resumo - o maior benefício é a melhor fixação quando da primeira leitura, ou seja, fixa-se mais ao elaborar os resumos. Outro beneficio é que você estará elaborando seu próprio material e isso lhe permitirá uma rápida revisão. 

2- Grifos - o maior benefício é a economia de tempo, ou seja, quem grifa tem condições de estudar mais coisas em menos tempo quando comparado a quem resume. O lado negativo é a menor fixação inicial, exigindo do aluno necessária revisão dos pontos grifados. 
Mas Eduardo, e então qual a melhor? 

Não existe uma resposta pronta. Um exemplos somos eu e Nathalia. Eu apenas grifei e reli meus grifos várias vezes. Nath resumiu e revisou seus grifos. Ambos passamos. 

Percebam, portanto, que o melhor é aquela técnica que funciona para você. Eu sugiro a meus alunos começar pelos grifos, e tentarem uma adaptação. Caso essa adaptação não ocorra, partimos para os resumos. 

Mas reitero: não existe técnica perfeita. Existe a técnica que o aluno se adapta e aprende. A melhor é aquela que traz resultados para você. Do que adianta você grifar e não aprender? Do que adianta resumir e não fixar satisfatoriamente? 

Em ambas as técnicas, o aluno deve ter o seguinte cuidado: revisar o material escolhido. Assim, se você grifou todos os seus livros, terá de revisar apenas seus grifos muitas vezes. Se você resumiu seus livros, terá de revisar suas anotações várias vezes. O que não é bom para o concurseiro é que ele leia várias vezes o mesmo livros começando do zero (ou seja, começando a grifar tudo de novo ou começando a resumir tudo de novo). Uma vez grifado/resumido, por exemplo, esse será seu material de estudos até a aprovação. 

De nada adianta grifar e nunca mais utilizar esses grifos. De nada adianta resumir e nunca mais revisar seus resumos. 

No final das contas, a correta utilização do material elaborado é o que realmente importa. A técnica utilizada é apenas um meio. 

Lembrem: eu grifei, Nath resumiu. Nós passamos no mesmo concurso, praticamente com o mesmo tempo de estudos.

Não existe técnica correta, nem técnica errada. Existe método que funciona para você. 


Concordam com o texto? E qual o seu método? Deixe sua resposta nos comentários para que possamos fazer uma pequena estatística. 

Bom domingo a todos. 

Eduardo, em 22/05/2016

29 comentários:

  1. Realmente Edu, acredito que devemos observar o método que funciona conosco e mantê-lo. O meu problema, até fazer o seu Coach, era o seguinte: fazia os grifos, mas quando lançava um livro novo deixava o livro grafado de lado ou queria mudar para resumo, perdendo o meu trabalho e atrasando o cronograma, agora graças a sua ajuda, vou manter os livros grifados até a minha aprovação.
    Abraços.

    Michel

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  2. Eu resumo todos os livros! Para mim, é o que funciona e como o Eduardo disse, a fixação é melhor. Demora mais, porém acho mais proveitoso e utilizo meus resumos para revisão e posteriormente a leitura deles, faço exercícios!!!! ��

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  3. Eu estudo apenas grifando. Só que mantenho uma ordem lógica dos grifos de forma que ao revisá-los eu compreenda. Apenas marco o que considero extremamente essencial.

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  4. Perfeito, Eduardo.

    Cada vez me surpreendo mais com a sua capacidade de sintetizar o que para muitos representa um bicho de sete cabeças.
    Sempre estudei elaborando resumos, mas ao ler os seus depoimentos, e, posteriormente, ao adquirir seu edital da PGE, vi o quanto a técnica dos grifos (é claro, com revisões constantes, no meu caso, semanais, e com resoluções de questões) somada às marcações com "post it" no próprio livro tornam dinâmico o aprendizado. Os resumos se limitaram aos assuntos os quais possuo mais dificuldade.
    O resultado disso em quase um ano são sete livros de diferentes matérias lidos e marcados de capa a capa, além de outros lidos pontualmente.
    Tal técnica me rendeu uma aprovação para Oficial de Justiça Avaliador do TRT8 entre os 40 primeiros colocados, embora para cadastro reserva e pendente o resultado final, o que, para mim, acadêmico concluinte da UFPa, traz grande satisfação e expressa que estou no caminho certo.
    Sou seu leitor assíduo, e saiba que a sua sabedoria transcende os estados.

    Abraços de Belém-Pa.

    Victor Moraes.

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  5. Boa tarde! Ótimo texto. Eu uso as duas técnicas, mas para fixação os resumos são 100%, pois a fixação já começa na elaboração do mesmo como foi dito. O blog é ótimo. Parabéns!

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  6. Eu comecei meus estudos para concurso resumindo, porém gastava muito tempo. Com o tempo aprendi a utilizar os grifos e hoje é meu método.

    Victor

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  7. Como ainda estou focada na primeira fase, tenho feito muitos exercícios e, na hora de conferir o que eu errei, leio somente o grifo pertinente ao assunto da questão.

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  8. Sempre preferi os resumos. Já tentei estudar grifando algumas vezes, mas acabo saindo com a sensação de que não assimilei como deveria.

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  9. acredito que resumir é o melhor, amparado pelo magistério do professor Pierluigi Piazzi.

    Abç

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  10. Concordo plenamente, Eduardo: precisamos testar. Adaptei-me melhor aos grifos, porque os resumos (de tudo) exigem muito mais tempo. Hoje, utilizo apenas grifos (bem marcados) e algum esquema ou resumo de algum ponto que apenas lendo o grifo não fica totalmente fixado.

    Portanto, esses esquemas/resumos são poucos e bem pontuais - exceção a regra de resumir tudo (livros inteiros, por exemplo).

    Bons estudos a todos.

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  11. Essa discussão é recorrente, porém, bastante válida. Sempre estudei resumindo. Tinha o caderno do cursinho como base e lia mais umas 2 ou 3 doutrinas, selecionando o melhor delas e acrescentando no caderno. No final, possuía um super resumo, somente relendo-o daí pra frente. Com 2 anos "apenas estudando", veio a aprovação. Como era estudante profissional, tinha condições de adotar esse método. Porém, hoje em dia, ao tentar retomar os estudos para mudar de cargo, percebi que o meu método não surtiria mais efeito. Trabalhando 9/10h diárias, não tem como ler vários livros e resumir tudo. Estou tentando me adaptar à técnica dos grifos. Por enquanto, ainda sinto falta dos meus resumos, mas estou tentando não pensar mais neles! hehe Acho que o único inconveniente de apenas grifar é saber escolher a doutrina, já que, se você escolher uma doutrina incompleta, seu estudo ficará com um buraco difícil de corrigir.

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  12. Por em quanto, estou na fase dos "grifos". Após finalizar os grifos, pretendo transcrever e resumir eles. Se possível, farei de forma manuscrita. Eu tentei estudar em frente ao Computador, mas tive muitas dificuldades. Além disso, obrigado pelas dicas!

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  13. Boa noite, eu estudo grifando. Não aprendo fazendo resumos. Concordo plenamente que cada um tem que aprender o que serve para si mesmo.

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  14. Eu grifo e faço pequenos resumos em fichas maiores em forma de fluxograma, também faço perguntas ou V ou F em fichas, com resposta ou indicação de onde encontra a resposta atrás da ficha (sempre tento responder sem olhar). Ressalto que uso essa técnica só para as partes importantes.

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  15. Ótima postagem! Eu grifo e faço pequenos resumos (esquemas) sobre os grifos.
    Abraço,

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  16. Excelentes dicas...

    Em particular, também utilizo a técnica dos grifos, durante a leitura dos livros, cumulada com aulas transcritas em forma de mapas mentais.

    Após, resolvo questões relativas à matéria estudada e aulas respectivas.

    Avante.

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  17. Em geral eu grifo. Nos assuntos em que tenho maior dificuldade eu faço resumos.

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  18. Eu leio as doutrinas e grifo, depois faço um resumo do mais importante, pra mim funciona muito ter um material de apoio em vespera de prova.

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  19. eu grifo e faço várias revisões.

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  20. Eu grifo e faço várias revisões

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  21. Como disse o colega acima, o professor Pierluigi Piazzi demonstrou cientificamente que no processo de estudo é fundamental resumir com palavras-chaves.

    Isto por uma razão óbvia: quanto mais áreas do cérebro forem acionadas, melhor será a transmissão do conteúdo do sistema límbico para o córtex.

    Ele mesmo dizia ser este resumo uma "cola do bem", uma verdadeira síntese do que deveria ser aprendido.

    Já tentei apenas grifar e ficar repetindo. Porém, escrever ainda é fundamental.

    Abçs a todos!

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  22. Também costumo grifar, mas após finalizar o capítulo faço um resumo manuscrito dos pontos mais importantes. Não tenho bom rendimento apenas grifando ou estudando no computador. Apesar de ter muito pouco pra estudar 2-3h por dia no máximo, consigo otimizar as revisões, já que fixo melhor e acabo "estudando" duas vezes o mesmo capítulo.

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  23. Grifos e anotações de palavras - chaves com comentários suscintos.

    Uma hora vai! !

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  24. Como estudar 12 disciplina. Me sinto com estafa mental.

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  25. Sempre migro entre técnicas de estudo e isso vem atrapalhando meu desempenho! Retornarei para técnica grifo, mesmo! Obrigado pessoal do site que elaborou essa matéria, e o pessoal que comentaram!

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  26. Já tenho uma base formada, de outros concursos, creio que para quem não tem tempo essa técnica é melhor, mas aliada a revisão periódica e a resolução de exercícios. Resumos são bons, mas demandam muito tempo.

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  27. Se resumir 20 páginas por dia (eu disse 20 páginas somente, o que dá 10 folhas), no final de um ano terá 7300 páginas resumidas; ou seja, terá o resumo das 6 principais matérias (direito constitucional, administrativo, civil, processo civil, penal e processo penal), desde que adote um manual voltado para concurso ou uma boa sinopse (indico as da jus podium). Seguindo esse método, terás mais de 15 mil páginas resumidas em 2 anos. E mais, resumindo 20 páginas por dia é perfeitamente possível revisar todos os dias. Quando chegar ao final de 2 anos (ou menos) terás uma base sólida em todas as matérias do seu concurso. Isso seria válido para concursos de maior ponta: magistratura, procuradorias, MP, AGU etc. Se eu voltasse no tempo, faria esse estudo desde o primeiro ano da faculdade. Tenho certeza que hoje já estaria em um cargo de ponta; mas não pensava assim e perdi vários anos de estudo (muita coisa esqueci e foi para a lata do lixo). Sou analista judiciário do TRT 11 desde 2012, mas passei a custo de muita resolução de questões (o que não é suficiente para um concurso da magistratura, por exemplo, por ter várias fases; pelo menos é o que eu acredito). Enfim, na minha opinião (que não é absoluta verdade, já que cada um se adapta a um modo diferente de estudar), o caminho mais ideal é fazer resumos, pois a sensação de perda de tempo é falsa, como bem ressaltou o professor Eduardo Gonçalves. Me formei em 2010 e já podia estar em um cargo melhor, não que eu não goste do meu; mas é que existem cargos bem superiores, onde vc pode cooperar mais diretamente com a sociedade e receber melhores remunerações. Enfim, hoje corro atrás do prejuízo, resumindo 20 páginas por dia. E vou ser honesto, essa ideia não é minha, é do professor (grande Mestre e membro do MPF) Edilson Vitorelli (ele tem um blog). Das matérias que já resumi, passei a dominar o assunto e consequentemente melhorei exponencialmente os meus acertos, a exemplo de direito tributário. Resumo um livro por vez (gasto uns dois meses em cada matéria, o que reputo tempo satisfatório para aprender uma matéria inteira que muitas vezes não aprendemos na faculdade inteira). Meu lema é: 20 páginas por dia (o que dá de 2 a 3 horas de estudo, mais uma revisão do dia anterior que gasta 15 minutinhos). Fica a minha dica. Espero ter ajudado. Se vc está iniciando a faculdade de direito, comece logo, e não penará tanto após a formatura. Se vc já se formou e está na estrada do concurso há muito tempo, sempre enxugando gelo como eu fazia, trocando de método e material toda hora, pare, concentre-se, adquira um manual só para cada disciplina, escolha o seu concurso, foque, faça os resumos (ou os grifos se preferir - para mim os grifos não funcionam) e revise muito. Estudando assim por bons manuais voltados para concurso vc está estudando a doutrina, a jurisprudência e a lei, pois eles tratam desses três elementos (tripé primordial de concurso público na área jurídica). Não perca seu tempo jogando horas e mais horas na lata do lixo (como dizia o querido professor Pier - há palestras dele no youtube). Não ache que vc está perdendo tempo, pois essa sensação é falsa, fruto da ansiedade que as recentes gerações tem, por conta da velocidade que a internet nos imprime. Vá com calma, faça seus resumos, com uma meta razoável e não sacrificante por dia, e comemore cada meta cumprida diariamente com uma boa noite de sono, atividade física e bons relacionamentos. Não é preciso sacrificar tudo e ficar correndo feito louco, feito rato de gaiola, basta adotar estratégias inteligentes. O concurseiro precisa de paz, e paz se adquire cumprindo pequenas metas diariamente, e descansando a mente no resto do dia. Deus nos abençoe.

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