Quem passa por aqui, PASSA!

SIGAM NO INSTAGRAM @EDUARDORGONCALVES, @MEUESQUEMATIZADO e @MEUORGANIZADO.

ENTREM NO NOSSO GRUPO DO TELEGRAM CLICANDO AQUI.

PARTICIPEM DO NOSSO FÓRUM DE DISCUSSÕES.

LEIAM NOSSO "MANUAL DO CONCURSEIRO"

OPORTUNIDADE ÚNICA - ÚLTIMO CURSO DE 2019

CURSO PRESENCIAL (WORKSHOP) - PASSO A PASSO DA APROVAÇÃO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

Olá meus amigos,  Faremos um WORKSHOP  em SÃO PAULO , dia 30/11/2019 , com o tema PASSO A PASSO para a aprovação em concursos do MINIS...

COMO E QUANDO COMEÇAR A SE PREPARAR PARA A 2ª FASE - CONCURSOS PARA CARREIRAS JURÍDICAS


Olá pessoal! Vamos para mais uma semana e mais uma postagem!

Aqui é Rafael Bravo, editor do site, professor e coach no Curso Clique Juris – CCJ (www.cursocliquejuris.com.br).

Semana passada estava conversando com uma concurseira que se prepara para os certames da Defensoria Pública e a dúvida que pairava no ar era a seguinte: Como e quando começar a estudar para a 2ª fase?

Achei a dúvida excelente, pois realmente muitos concurseiros que se preparam para as carreiras jurídicas irão enfrentar a fase discursiva dos concursos respectivos em algum momento. Para os alunos que se preparam para a magistratura, a prova possui etapa de sentenças. MP, Defensoria e Advocacia Pública exigem o treinamento de peças.

Ninguém que passa da peneira da 1ª fase, que já é uma grande vitória, espera fazer uma 2ª fase só para treinamento, pensando que como é a primeira vez que passa para a fase discursiva, servirá apenas como experiência!

Pelo contrário, quando chegamos nessa etapa, passamos a acreditar com mais força que a sonhada aprovação se encontra bem próxima, que faltam poucos passos para conquistar sua vaga e que agora não podemos cometer deslizes. Com isso, a ansiedade aumenta, principalmente para os candidatos que nunca estagiaram na Defensoria, Magistratura ou no Ministério Público, possuem pouca prática como advogados pois se formaram e ingressaram direto na vida dos concursos ou que passaram para um cargo público (técnico, analista dos tribunais) e não possuem prática de petições e manifestações pertinentes a cada cargo.

A pressão aumenta mais ainda quando a 2ª fase ocorre logo após o resultado da prova objetiva, sendo que o aluno muitas vezes possui apenas 30 dias ou até menos para se preparar para a fase discursiva! Mesmo que você seja precavido e já comece a estudar quando sai o gabarito provisório, ainda assim você ganhará mais algumas semanas e o tempo parece bem curto!

Para evitar esse problema, a dica que passo nessa postagem é que vocês reservem um dia do mês para treinar questões discursivas e peças para o cargo desejado!

O treinamento para a 1ª fase com questões objetivas, revisão de doutrina, leitura da lei e de informativos é importante, mas reservamos um sábado ou domingo de manhã para treinar a parte escrita pode nos ajudar no estudo a médio e longo prazo.

Quando falo em médio prazo, me refiro a um estudo de 6 a 9 meses e uma preparação a longo prazo seria aquela que leva em consideração o período de 1 ano ou 2 anos para passar em concurso ou pelo menos chegar na 2ª fase.

No meu caso, eu gostava de toda semana responder uma pergunta discursiva, em 30 ou 40 linhas, para me ajudar na parte escrita. No final do mês, tinha treinado 4 questões discursivas, aproximadamente. Não treinava petições pois já tinha uma boa experiência com o meu estágio na DPGE-RJ, mas como tinha alguns casos particulares e advogava nesse período para conseguir prática jurídica, essa atividade me ajudava a treinar.

Assim, para o aluno que se preocupa em estudar também para a 2ª fase e que deseja, quando passar na peneira, estar preparado para ir direto até a prova oral, que é a etapa final do concurso, recomendo que reserve um sábado ou domingo no mês para responder 2 ou 3 questões discursivas (30 ou 40 linhas) e fazer uma peça ou manifestação pertinente ao concurso que você deseja.
Exemplo1: para quem deseja passar para a AGU ou PGE/PGM, pode treinar petições ou pareceres.
Exemplo2: para os futuros Defensores e Defensoras, treinem as principais peças que possuem várias teses defensivas (contestação, apelação, alegações finais criminais, além de petições iniciais).
Exemplo3: para quem deseja estudar para a Magistratura, treine a elaboração de sentença cível e criminal.

Rafael, e onde eu consigo essas questões discursivas? A internet possui muito conteúdo pessoal e acredito que com um pouco de pesquisa você consiga obter provas antigas da carreira desejada. Ainda, alguns livros trazer questões de concurso comentadas, de modo que você pode adquirir o livro que seja pertinente ao concurso que deseja para lhe auxiliar nesse treinamento.

Na hora de corrigir a sua peça, verifique como o edital desejado avalia essa etapa do concurso, quais aspectos da sua manifestação serão considerados (domínio do conhecimento jurídico, coesão, coerência, apresentação e estrutura textual, capacidade de argumentação, dentre outros) e monte um quadro no word que servirá de modelo para você corrigir a sua petição caso você já não possua o gabarito comentado ou espelho da questão que você treinou.

Vou encaminhar para vocês uma tabela que podem usar como modelo:



ASPECTOS MACROESTRUTURAIS
Discursiva - Defensor Público
Quesito avaliado
Faixa de valor
Nota
1- Apresentação e estrutura textual (articulação do raciocínio jurídico, capacidade de argumentação, legibilidade, adequação da linguagem, respeito às margens e indicação de parágrafos).
0,00 a 0,50
2- Domínio do conhecimento jurídico:
2.1- Medida processual cabível:

0,00 a 0,50

2.2- Prazo:
0,00 a 0,50

2.3-  tese defensiva 1
0,00 a 1,00

2.4- tese defensiva 2
0,00 a 0,50

2.5- tese defensiva 3
0,00 a 0,50

2.6- pedidos:
a)
b)
c)

0,00 a 0,50

RESULTADO
Nota no conteúdo (NC = soma das notas obtidas em cada quesito)

Nota final - Defensor Público

Esse modelo é algo bem cru, mas é só para vocês terem uma ideia do que estou falando e montarem um modelo básico de vocês. Assim, a correção que você fizer será mais fiel ao da banca organizadora do seu concurso. Deixar para avaliarmos a nossa peça com critérios muito abertos acaba fazendo com que você não visualize bem o que errou ou o que precisa melhorar, bem como podemos acabar “pegando leve” com nós mesmos na correção.

Se possível, peça até para um amigo concurseiro corrigir para você e depois ambas podem discutir o caso. Isso ajuda muito a treinar argumentos, revisar matéria e ganhar mais visão na hora de ler o enunciado, raciocinar e escrever sua resposta.
Portanto, acredito que fazer 1 ou 2 peças em um sábado ou domingo por mês e treinar 2 ou 3 questões discursivas de 30 ou 40 linhas já irá trazer experiência para você, ao enfrentar uma 2ª fase, estar mais preparado e atento às dificuldades da etapa discursiva!

Estamos falando de 1 dia no mês, logo o estudo para a fase objetiva não terá nenhum prejuízo. E vocês podem começar o quanto antes. Mesmo para quem está começando a estudar, faça questões pertinentes ao conteúdo que você já estudou, pois além de exercitar a parte escrita, irá ajudar a revisar e consolidar conhecimento.

Vamos estudar!!
Abs a todos e até a próxima!
Rafael Bravo                                                                           Em 22/04/2019.
@rafaelbravog
www.cursocliquejuris.com.br

2 comentários:

  1. Muito bom!!! adorei a ideia, pois eu realmente estava perdida quanto a esse tipo de estudo. Quero só ver como me daria corrigindo minha própria redação, rsrs... No mais, tenho uma dúvida fora do assunto da postagem, mas acho que vale a pena indagar aqui: os senhores poderiam, por gentileza, dizer se a lei de proteção de dados vai ganhar alguma relevância para concursos? Obrigada!

    ResponderExcluir

Sua interação é fundamental para nós!

GOSTOU DO SITE? ENTÃO NÃO DEIXE DE NOS SEGUIR NO INSTAGRAM @EDUARDORGONCALVES, @MEUESQUEMATIZADO E @MEUORGANIZADO. ALÉM DISSO, ENTREM NO NOSSO GRUPO DO TELEGRAM.

NÃO DEIXE DE LER!